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Governador destaca investimento de R$ 50 milhões nas Ceasas do Paraná

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta terça-feira (10), no Palácio Iguaçu, a diretoria e representantes dos permissionários das Ceasas do Paraná e destacou os investimentos para melhorar a infraestrutura nas cinco unidades do Estado. Nos últimos quatro anos, as Ceasas receberam mais R$ 50 milhões para melhorar o pavimento das áreas de circulação, a estrutura dos boxes, acessibilidade e em projetos de eficiência energética.

O governador salientou que a Ceasa precisa ser um cartão de visitas para receber bem seus clientes, já que presta um trabalho essencial na comercialização dos alimentos recebidos dos produtores. “A vocação do Paraná, a base da nossa economia, é produzir alimentos para o planeta. E, por isso, temos que nos organizar cada vez mais, melhorar a cadeia produtiva, os processos de produção e também de distribuição desses alimentos”, disse.

“Os nossos mercados atacadistas têm que ser um cartão de visitas para quem compra nesses locais e não pode ter uma estrutura desmazelada”, afirmou o governador. “Tudo isso está sendo modernizado, dentro de uma visão que tenho de que os espaços do poder público precisam ser mais bem cuidados e mais eficientes, para melhorar a estrutura para aqueles que estão utilizando esses espaços, como é o caso dos permissionários”.

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Segundo o diretor-presidente da Ceasa Paraná, Eder Bublitz, cerca de 50 mil pessoas passam por dia nas cinco unidades atacadistas do Estado, localizadas em Curitiba, Londrina, Cascavel, Maringá e Foz do Iguaçu. Com um fluxo intenso de veículos, inclusive de caminhões, os pátios estão recebendo novos pavimentos

“Há muito tempo não recebíamos esses investimentos que são extremamente necessários, devido à grande circulação de pessoas diariamente nos nossos espaços”, destacou Bublitz. “O governo conseguiu dar respostas para que os usuários tenham mais conforto, mais qualidade e para facilitar o trabalho, para evitar as dificuldades que a falta de infraestrutura traz”.

As unidades da Ceasa contam com cerca de 700 empresas instaladas e 5 mil produtores que comercializam frutas, verduras, legumes, plantas e uma série de produtos. Oito mil toneladas de alimentos passam por dia nas Ceasas para serem comercializados por supermercados, casas de frutas, mercearias, feiras e outros comércios.

MEIO AMBIENTE – Os investimentos, explicou ele, também se refletem na sustentabilidade. Bublitz destacou que a Ceasa Paraná é a única unidade atacadista do mundo a conquistar o ISO 14000, que chancela as boas condutas ambientais da instituição. As unidades também geram a própria energia, com a instalação de placas solares em seus telhados. A iluminação também foi substituída por lâmpadas de LED, que gastam menos energia.

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Outro foco é na redução do desperdício de alimentos e na geração de resíduos, graças ao trabalho do Banco de Alimentos Comida Boa Paraná. A iniciativa reaproveita alimentos que não têm valor de mercado, mas estão bons para o consumo humano, e distribui a entidades sociais e famílias em situação de vulnerabilidade social. Anualmente, 5,3 mil toneladas de alimentos são reaproveitadas nas cinco unidades do Paraná.

O programa recebeu um reconhecimento internacional, semana passada, e foi vencedor do prêmio Stevie® Awards, conquistando o ouro na categoria de empresa do ano de alimentos e bebidas de médio porte. O prêmio, que reúne entidades públicas e privadas com e sem fins lucrativos, recebeu neste ano 3,6 mil inscrições de organizações de 62 países. A Ceasa e os outros vencedores serão homenageados em cerimônia em Istambul, Turquia, no dia 11 de outubro.

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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