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Forças de segurança encontram menino de 2 anos que estava desaparecido em Cambira

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Equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil do Paraná, com auxílio da Defesa Civil e do Exército, encontraram, no início da tarde deste domingo (18), um menino de 2 anos que estava desaparecido desde sexta-feira (16) em Cambira, no Norte do Paraná.

Segundo a polícia, a família havia visto a criança pela última vez no final da tarde de sexta-feira (16). Ele estava brincando no quintal da residência da família, na área rural do município e vestia camiseta preta, shorts jeans e tênis. Ele foi encontrado em uma área de mata próximo da localidade onde havia sido visto pela última vez. 

As forças de segurança iniciaram as buscas assim que acionadas e os serviços foram via terrestre, com patrulhamento e auxílio de cães, e também via aérea, com dois drones e helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas (BPMOA).

“Foi um trabalho intenso e integrado entre as forças que resultou em êxito e na localização do menino com vida. A rápida comunicação da família com a polícia também colaborou para que conseguíssemos agir desde cedo e garantir a localização dele o mais rápido possível”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira. 

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Além disso, no sábado (17), uma equipe do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST), do Corpo de Bombeiros, composta por oito militares e dois cães de busca, foram enviados para auxiliar na operação. Eles atuaram em apoio dois militares e dois cães do Corpo de Bombeiros de Londrina.

No sábado (17), as equipes encontraram uma pegada com indicativo de que poderia ser do menino desaparecido, pela semelhança do tamanho com um calçado da criança. Após vestígios das pegadas e indicação dos cães de busca, os trabalhos foram concentrados numa determinada área. 

Na manhã deste domingo (18), as buscas foram retomadas e foram encontradas mais pegadas na mesma região. Todas as equipes atuaram na área até a localização do menino e finalização da operação. 

“Com todas as equipes das forças bem coordenadas, criamos áreas de atuação e fomos procurando área por área. No começo da tarde, uma equipe de Apucarana o localizou. Ele está em observação no hospital e deverá passar por exames, mas está muito bem pelas duas noites que passou na mata”,  explicou o comandante do GOST, major Ícaro Gabriel.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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