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Estados do Sul e Sudeste iniciam 11º encontro do Cosud, no Espírito Santo

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Começou nesta quinta-feira (8) o 11º encontro do Consórcio de Integração Sul e Sudeste (Cosud), evento que reúne os governadores e cerca de 700 participantes entre secretários estaduais, gestores públicos e técnicos dos sete estados das duas regiões. A atual edição se estende até sábado (10), no Parque Estadual Pedra Azul, no Espírito Santo, e marca mais uma etapa da articulação para fortalecer a cooperação mútua entre os estados com foco no desenvolvimento socioeconômico e ambiental em nível regional.

Criado em março de 2019, o Cosud é atualmente presidido pelo governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, em um sistema rotativo entre os estados-membros. O atual encontro do Consórcio no Espírito Santo tem como temas centrais a necessidade de adaptação às mudanças climáticas, a reforma tributária e a continuidade do debate das edições anteriores sobre a segurança pública.

Na avaliação do secretário do Planejamento do Paraná, Guto Silva, que compõem a delegação paranaense no Espírito Santo, o Cosud é uma forma de equilibrar o peso dos estados do Sul e Sudeste dentro do pacto federativo. Ele também lembrou que as duas regiões representam cerca de 55% da população nacional e quase 70% do PIB do brasileiro.

“Sob a presidência do governador Ratinho Júnior, que tem como atribuição conduzir o processo de diálogo e a integração entre os estados, o Cosud tem se consolidado como um grande instrumento para que os estados tenham mais protagonismo, já que o modelo federativo prevê a igualdade entre a União, os estados e municípios”, afirmou.

“O modelo político e administrativo brasileiro sempre foi muito concentrado em Brasília e o Consórcio nos permitiu construir uma agenda conjunta com pontos que são sensíveis a todos os estados, apresentando alternativas de integração que melhorem a vida das pessoas”, acrescentou o secretário do Planejamento do Paraná

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Segundo o governador do Espírito Santo e anfitrião do evento, Renato Casagrande, os estados do Sul e do Sudeste devem se esforçar em projetos conjuntos que apresentem soluções eficazes para os principais problemas da população. “Os estados têm que desenvolver projetos que sejam inovadores, sustentáveis e inclusivos e que estejam ligados a temas atuais como a adaptação climática e o combate ao crime organizado”, disse.

GRUPOS TEMÁTICOS – Nesta sexta-feira (9), terão início os 14 Grupos de Trabalho (GTs) com a participação de secretários estaduais das duas regiões. Os GTs acontecerão em quatro pontos diferentes de Pedra Azul, aproveitando a beleza natural da região de montanhas capixabas para divulgar o turismo.

Os GTs estão divididos nos temas Agricultura e Pecuária; Defesa Civil e Meio Ambiente; Desenvolvimento Econômico, Parcerias e Fomento; Direitos Humanos, Juventude, Políticas para as Mulheres e Desenvolvimento Social; Educação; Esportes; Governança, Procuradoria e Planejamento; Infraestrutura, Logística e Desenvolvimento Urbano; Inovação e Governo Digital; Saúde; Segurança; Turismo; Fazenda, Previdência e Controladoria; Cultura

Um dos temas já tratados nos últimos encontros do Cosud e que ganhou ainda mais relevância na atual edição é a atuação integrada das equipes estaduais da Defesa Civil, especialmente devido às grandes enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul recentemente.

De acordo com o coordenador da Defesa Civil do Paraná, coronel Fernando Schunig, os diálogos e encontros do Cosud favorecem a atuação conjunta das defesas civis estaduais nos últimos desastres climáticos que ocorreram no Brasil.

“Nos últimos anos, o Paraná avançou na cooperação com outros estados sempre que necessário. Aprovamos recentemente uma lei estadual que nos permitiu ajudar o Rio Grande do Sul com a doação de itens materiais e o repasse de recursos financeiros”, comentou o coronel. “Nossa expectativa é que possamos assinar aqui no Espírito Santo um termo de cooperação entre os estados que compõem o consórcio para ações integradas de respostas a desastres, prevenção e treinamento da Defesa Civil”.

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TEMAS EM DESTAQUE – Em entrevista coletiva ao final do encontro, os governadores voltaram a defender, a exemplo do que já haviam feito em encontros anteriores do Cosud, a renegociação das dívidas de estados em regime de recuperação fiscal, casos de Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A reforma tributária, cuja regulamentação está no Congresso Nacional, também deve ser alvo de discussões.

Eles também manifestaram-se favoráveis a uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê, entre outras medidas, a padronização de boletins de ocorrência, integração de bancos de dados estaduais e a realização de operações integradas com a União. O apoio, contudo, está condicionado a um estudo mais aprofundado do texto pelos técnicos dos governos estaduais e a manutenção da autonomia dos entes da federação sobre as políticas de segurança pública.

PRESENÇAS – Também estiveram presentes na abertura do Cosud o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski; os governadores de São Paulo, Tarcísio de Freitas; Rio de Janeiro, Claudio Castro; Santa Catarina, Jorginho Mello; Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; e Minas Gerais, Romeu Zema; e o presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo, Marcelo Santos.

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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