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Estado já emitiu 28,2 mil certificados de capacitação de servidores públicos em 2023

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Entre janeiro e junho de 2023 foram emitidos 28.229 certificados de participação nas capacitações promovidas pela Escola de Gestão do Paraná, vinculada à Secretaria da Administração e da Previdência. O número é recorde e representa 81% dos certificados que foram emitidos durante todo o ano de 2022 (34.700). Embora boa parte dos cursos sejam disponibilizados gratuitamente para o público geral, os servidores do Estado são os maiores participantes. Nos primeiros seis meses de 2023, 94% dos participantes atuam no poder público.

“O resultado expressivo demonstra o compromisso do Governo do Paraná em oferecer aos cidadãos um serviço público de qualidade, inovador e eficiente. Afinal, a formação continuada dos servidores públicos garante equipes atualizadas e comprometidas em buscar soluções modernas para a gestão pública”, afirma a secretária da Administração e Previdência em exercício, Luiza Corteletti.

A formação dos servidores públicos por meio da Escola de Gestão reforça, por exemplo, o pioneirismo do Governo do Paraná na adequação à Nova Lei de Licitações (14.133/21). Apenas nesta temática, foram mais de 7.500 certificados emitidos em diferentes abordagens que tratam desde o detalhamento da nova legislação até as adequações dos sistemas de compras públicas do Estado, dicas e orientações de como realizar os processos de licitação e novas metodologias de trabalho necessárias a partir da normativa.

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Além das capacitações planejadas e executadas em parceria com as secretarias e autarquias do Governo do Paraná, a Escola de Gestão possui mais de setenta cursos na modalidade de Ensino à Distância disponíveis e gratuitos.

“São formações em áreas como Educação, Meio Ambiente, Gestão e Administração, Ferramentas Digitais e Inovação. O aluno pode fazer dois cursos em simultâneo”, explica a diretora da Escola de Gestão, Aline Albano Justus. Ao cumprir todas as etapas da formação, a Escola de Gestão faz a certificação do participante.

Todos os cursos podem ser acessados no site da Escola de Gestão do Paraná.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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