NOVA AURORA

PARANÁ

Estado aumenta repasse financeiro para realização de exames preventivos de câncer

Publicado em

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), vai aumentar em 30% o repasse para realização de procedimentos que detectam o câncer de colo de útero e de mama durante os meses de outubro, novembro e dezembro. O valor pago pelo Estado aos prestadores, que hoje é de cerca de R$ 1,2 milhão ao mês, passará a ser de mais de R$ 2,5 milhões mensais a partir de outubro – totalizando cerca de R$ 3,8 milhões de incremento no período. A medida foi autorizada nesta terça-feira (26) pela Secretaria da Saúde.

Com este aporte, a previsão do exame citopatológico que hoje é de 73.600 procedimentos ao mês será de 98 mil mensal. Já para a mamografia, o quantitativo que é de cerca de 19 mil ao mês, passará para aproximadamente 26 mil exames disponibilizados por mês.

Leia Também:  Colaboradores da Portos do Paraná assistem à palestra sobre dengue e arboviroses

A ação, que faz parte das mobilizações do Paraná Rosa, durante o mês de outubro, pretende incentivar o aumento de exames e consequentemente promover o diagnóstico precoce das doenças durante a campanha do Governo do Estado.

“Precisamos fazer valer a política de atenção às mulheres, principalmente nos serviços e exames especializados durante o ano todo, mas para fortalecer ainda mais este momento e incentivar a campanha de conscientização sobre a importância da prevenção do câncer, faremos este esforço adicional. Vamos aumentar a produção ambulatorial de exames e serviços de mamografias e papanicolau, seguindo a orientação do governador Ratinho Junior”, disse o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. 

“É um grande investimento do Governo do Estado para cuidar cada vez mais das mulheres paranaenses. Estamos entrando no Paraná Rosa, mês de alertar, sensibilizar e conscientizar sobre o assunto. As equipes municipais estão preparadas com números adequados de kits para realização de exame papanicolau e mamografias”, afirmou a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde da Sesa, Maria Goretti David Lopes.

ENCONTROS – Desde a semana passada, a Sesa, juntamente com o gabinete da primeira-dama do Estado, Luciana Saito Massa, realizou encontros regionais com as primeiras-damas dos municípios para articular e mobilizar ações do Outubro Rosa. As reuniões já aconteceram em Cascavel, Campo Mourão, Castro. Nesta quarta-feira (27) o encerramento será em Cornélio Procópio, envolvendo também secretários e secretárias municipais de Saúde, profissionais e técnicos das Macrorregiões de Saúde vinculados à Sesa.

Leia Também:  Unidades de Conservação do Paraná receberam mais de meio milhão de visitas em 2023

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

Published

on

By

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

Leia Também:  Palmeira e São João aderem a programa que amplia vendas de agroindústrias

O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

Leia Também:  Unidades de Conservação do Paraná receberam mais de meio milhão de visitas em 2023

A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA