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Debate sobre destinos turísticos inteligentes do Paraná reúne Estado e municípios

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Turismo (Setu-PR), participou nesta terça-feira (25) de um painel sobre os Destinos Turísticos Inteligentes (DTIs) do Paraná. O encontro fez parte da programação do Smart City Expo Curitiba, maior evento de cidades Inteligentes das Américas, que ocupa o espaço da Ligga Arena.

Com uma combinação de programas e startups fomentadas pela gestão estadual, o Paraná apresenta na 6ª edição do evento em Curitiba uma série de iniciativas que atestam sua posição de destaque no cenário inovador nacional, como é o caso do setor do Turismo. O painel sobre destino turístico inteligente reuniu cerca de 50 pessoas, incluindo representantes de municípios paranaenses selecionados para implementação da metodologia DTI pelo Ministério do Turismo.

Para adquirir a classificação, o município tem que investir e aprimorar nove pilares: governança, inovação, tecnologia, sustentabilidade, acessibilidade, promoção e marketing, segurança, mobilidade e transporte e criatividade. As cidades que cumprem 80% dos requisitos adquirem o selo DTI.

Atualmente são três municípios estaduais chancelados pelo Ministério do Turismo: Curitiba, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu. Outros 11 são reconhecidos como destinos inteligentes pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/PR). São eles: Guaratuba, Guarapuava, Londrina, Campo Largo, Pato Branco, Maringá, Bituruna, Carambeí, São José dos Pinhais, Umuarama e União da Vitória.

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Petterson Gherlandi, coordenador de Dados e Estratégia Turística da Setu, explica a escolha deste tema para ser abordado na Smart City. “Não poderíamos escolher outro evento para abordar esse tema”, afirmou Gherlandi. “A Smart City é um palco de muitas inovações, em diversas áreas, sendo espaço fértil para valorizar esses Destinos Turísticos Inteligentes. Apesar de o DTI não ser um atrativo de fato, ele ajuda a compor estratégias necessárias para que um destino se torne cada vez mais atrativo no mercado”, explicou.

DTI – O Destino Turístico Inteligente é uma metodologia de gestão que surgiu na Espanha em meados de 2012. No Brasil é viabilizado primordialmente pelo Ministério do Turismo. “Na prática, juntando Sebrae e Ministério, podemos dizer que o Estado tem 14 destinos turísticos inteligentes. É importante divulgar esse conceito, porque essa exclusividade ajuda a potencializar o turismo nas regiões paranaenses”, disse Patrícia Albanez, coordenadora de Turismo e Economia Criativa do Sebrae/PR.

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FEEDBACKS – Quem aprovou o painel foi a participante Ana Carolina Vilas Boas, coordenadora de Novos Negócios da empresa Imagem Geosistemas. “Estou aqui para saber um pouco mais sobre as tendências do setor. O tema nos interessa muito, porque conseguimos melhorar nossas estratégias. Foi muito rico conhecer os DTIs paranaenses, graças a interação entre diversos atores, entendendo como o setor se conecta com a população”, disse ela.

AGENDA – Na sequência da programação do Smart City Expo Curitiba, a Secretaria do Turismo promove ainda outro painel. Nesta quarta-feira (26), a partir das 11h30, a pasta realiza palestras sobre transformação digital, com destaque ao Sistema de dados da secretaria (SiTU), ferramenta desenvolvida pelo órgão em 2023, que compila os primeiros indicadores do setor paranaense.

Fonte: Governo PR

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Decreto isenta de ICMS biogás, biometano e combustível sustentável de avião no Paraná

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta segunda-feira (05) o Decreto nº 9.817 que concede isenção sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações para aquisições de bens destinados à fabricação de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês), biometano, biogás, metanol e CO2. 

Além disso, o decreto também concede a isenção do ICMS na aquisição de máquinas, equipamentos, aparelhos e componentes para geração de energia a partir do biogás, como bombas de ar ou de vácuo, compressores de ar ou de outros gases e ventiladores; coifas aspirantes, contadores de gases. As duas medidas buscam tornar o Paraná mais competitivo na atração de negócios em energia renovável, alavancando o desenvolvimento estadual.

O decreto internaliza os convênios 161/2024 e 151/2021, aprovados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) durante o Encontro Nacional dos Secretários da Fazenda em dezembro. Com a regulamentação, as isenções já estão em vigor. 

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De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, a ideia é justamente estimular investimentos em combustíveis sustentáveis no Paraná, colocando o Estado em posição de destaque no cenário nacional. “Queremos consolidar o Paraná como uma referência e um polo na produção de novas energia e incentivos fiscais, como a isenção do ICMS, são formas de pavimentar esse caminho, estimulando investimentos no setor”, explica.

Um dos objetivos da iniciativa, aponta Ortigara, está em tornar o biometano economicamente viável. “O Paraná já é o maior produtor de proteína animal do Brasil, então queremos aproveitar o potencial que já existe aqui para fomentar a cadeira de biogás e biometano. Temos potencial para sermos uma Arábia Saudita do combustível renovável”, diz. “É usar dejetos de animais para gerar energia e, com as novas isenções, facilitamos o caminho para tornar o Estado ainda mais sustentável”.

SUSTENTABILIDADE – Os esforços do Paraná em se tornar referência na produção de combustíveis sustentáveis a partir do reaproveitamento do potencial agrícola não se limita apenas à isenção do ICMS. Embora a medida assinada pelo governador estimule ainda mais o setor, o Estado já aposta na geração de energia renovável também por meio de outros programas, como o Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR).

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Executado pelo IDR-Paraná, ele incentiva os produtores rurais a produzir sua própria energia ou combustível. O Estado também subsidia os juros dos empréstimos usados pelos produtores para a implantação de projetos de energia renovável, por meio do Banco do Agricultor Paranaense.

Segundo levantamento do Centro Internacional de Energias Renováveis (Cibiogás), o Paraná lidera com folga o número de plantas de biogás na região Sul, com 426 unidades instaladas, 348 delas da agropecuária. Em Santa Catarina são 126 plantas e no Rio Grande do Sul 84. O Paraná foi responsável com 53% do volume de geração de biogás na região no ano passado, com 461 milhões de metros cúbicos normais. .

Fonte: Governo PR

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