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Com quase 8 mil interessados, Ganhando o Mundo 2025 chega à última semana de inscrições

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Encerra nesta sexta-feira (19) o prazo das inscrições para a edição de 2025 do Ganhando o Mundo, iniciativa do Governo do Estado viabilizada pela Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed-PR) que levará 1.200 alunos da 1ª série do Ensino Médio para cinco países de língua inglesa (Austrália, Canadá, Irlanda, Nova Zelândia e Reino Unido), onde participarão – durante seis meses letivos – de um programa de intercâmbio com todas as despesas pagas.

Esta será a maior edição do programa desde o seu lançamento, em 2019, e os alunos interessados podem se inscrever na Área do Aluno (sistema próprio da Seed-PR). Até agora, 7.960 alunos provenientes de 392 municípios e 1.302 escolas do Paraná já se inscreveram para concorrer às vagas da edição 2025. Entre os municípios com maior participação, Curitiba segue na liderança do ranking com 884 inscrições efetivadas.

As cidades da Região Metropolitana Sul (Agudos do Sul, Araucária, Balsa Nova, Campo do Tenente, Campo Largo, Contenda, Fazenda Rio Grande, Lapa, Mandirituba, Piên, Quitandinha, Rio Negro, São José dos Pinhais e Tijucas do Sul) têm, juntas, 784 alunos inscritos. No Interior, já são 485 inscritos em Cascavel, 437 em Maringá e 389 em Londrina.

Para se inscrever é necessário ter cursado do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental em uma instituição estadual, além de ter idade entre 14 e 17 anos. Entre os outros critérios de seleção do programa estão o desempenho acadêmico do ano anterior (médias iguais ou superiores a 7,0 em cada uma das disciplinas da Matriz Curricular nas avaliações ao processo seletivo, constatadas no Sistema Estadual de Registro Escolar – SERE); frequência igual ou superior a 85% em cada uma das disciplinas; participação em atividades extracurriculares e pontuação obtida no Aluno Monitor.

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O edital, com todas as informações, pode ser consultado AQUI.

GANHANDO O MUNDO – Idealizado pelo Governo do Estado e desenvolvido pela Secretaria da Educação (Seed-PR), o programa viabiliza a oportunidade de intercâmbio internacional a estudantes matriculados em escolas públicas estaduais do Paraná, no qual os alunos estudam em países que oferecem curso equivalente ao Ensino Médio no Brasil. Ele foi instituído pelas Leis Estaduais nº 20.009/2019 e nº 20.601/2021.

O programa foi lançando em 2019 e, desde então, em suas quatro edições, 1.240 estudantes da rede de ensino já atravessaram o mundo, onde vivenciaram experiências de imersão nas culturas dos países anfitriões, além de aprenderem novos idiomas.

Entre fevereiro e julho de 2022, na primeira edição, 100 alunos foram enviados ao Canadá, e na segunda, entre julho e outubro do mesmo ano, outros 100 viajaram para a Nova Zelândia. Já na terceira edição, cujas inscrições foram realizadas em 2023, a França passou a integrar a lista de destinos na versão do Ganhando o Mundo França. Na ocasião, 40 estudantes viajaram ao país. No início de 2024, mais mil alunos embarcaram para Austrália, Canadá, Inglaterra, Nova Zelândia e Estados Unidos na quarta edição do Ganhando o Mundo.

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O intercambista permanece por um período letivo (aproximadamente seis meses) em instituições de ensino estrangeiras, tendo a oportunidade de aprimorar o repertório cultural e acadêmico; vivenciar a realidade de outros países; desenvolver a autonomia; aperfeiçoar o idioma estrangeiro e consolidar-se numa rede de jovens líderes que atuarão nas escolas da rede pública estadual de ensino.

Os custos de alimentação, hospedagem, transporte, emissão de vistos e passaportes, passagens aéreas e terrestres, exames médicos, vacinas, seguro viagem e saúde, taxa de matrícula, mensalidade da escola no Exterior, material didático, uniforme, tradução juramentada da documentação escolar, reuniões de orientação, assim como o curso preparatório de língua estrangeira, são custeados pela Secretaria. Os alunos também recebem um auxílio de R$ 800 por mês.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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