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Com obras da Sanepar, Paraná fica mais perto da meta de universalização do saneamento

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A Sanepar trabalha constantemente e direciona seu planejamento e programa de investimentos a fim de garantir 100% de água tratada para os paranaenses e alcançar a meta de universalização dos serviços de coleta e tratamento de esgoto no Paraná. Em 2024, projetos, obras e melhorias, totalizando 620 empreendimentos em todas as regiões do Estado, fizeram com que a Companhia aplicasse mais de R$ 2 bilhões nos sistemas de água e de esgoto.

Os maiores esforços estão concentrados em obras que visam a implantação ou expansão do benefício do sistema de esgoto sanitário para a população.

Os valores investidos com recursos próprios, recursos financiados e das Parcerias Público-Privadas colocam o Paraná à frente dos estados do Sul e dos de outras regiões do País, rumo à universalização.

De acordo com os dados divulgados pelas próprias empresas prestadoras, Casan (SC) e Corsan (RS) coletam 34,45% e 22,3%, respectivamente. Já a Copasa, de Minas Gerais, tem índice de coleta de 75%.Os indicadores de tratamento desses estados não foram disponibilizados. A Sabesp, que atua em 376 municípios paulistas, coleta 93%, porém trata 85% do volume coletado.

A Sanepar atende 345 municípios, coleta 80,8% do esgoto no Estado e trata 100% de todo o volume coletado, ficando à frente das outras companhias. Os dados do Sistema Nacional de Informações do Saneamento (SNIS) apontam que a média da coleta de esgoto do país está em 56% e a média do tratamento fica em 52,2%.

Dentre as 20 cidades melhores colocadas no Ranking do Saneamento, divulgado pelo Instituto Trata Brasil, cinco são do Paraná e atendidas pela Sanepar – Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu e Londrina.

“Esses indicadores de saneamento comprovam o compromisso do Paraná e da Sanepar para com as causas sociais e ambientais. Estamos promovendo uma gigantesca mobilização de obras e investimentos para levar a melhoria da qualidade de vida à população, com cuidado e respeito para com o meio ambiente”, destaca o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

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Mais de 7,2 milhões dos paranaenses já são beneficiados com os serviços de esgotamento sanitário. A média de atendimento está na casa dos 80%, bem próximo das metas definidas pelo Marco Legal do Saneamento, que preconiza que o país deve fornecer água para 99% da população e coleta e tratamento de esgoto para 90%, até 2033.

E, no caminho da universalização, estão previstas obras de mais de R$ 2,9 bilhões em 128 municípios, por meio das PPPs, para o próximo ano.

Além de Curitiba, o Paraná tem 30 cidades com o saneamento universalizado e indicadores acima de 90%. Dentre as maiores, com população acima de 100 mil habitantes, estão Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Pinhais, Piraquara, Umuarama e Cambé. Na lista dos municípios com até 10 mil moradores figuram Guaraqueçaba, Vera Cruz do Oeste, Guapirama, São João do Caiuá e Conselheiro Mairink.

Recentemente, a Sanepar teve aprovado pelo Conselho de Administração o Plano Plurianual de Investimentos (PPI) para o período de 2025 a 2029. Serão investidos cerca de R$ 12 bilhões em obras de saneamento em 255 cidades do Paraná, nos próximos cinco anos, buscando antecipar a meta da universalização dos serviços prevista no Marco do Saneamento.

ESGOTO TRATADO – Ampliações e construção de novas unidades são fundamentais para que todo o esgoto coletado nas cidades passe pelo processo de tratamento. Em Arapongas, no Noroeste do Estado, a estação de tratamento – ETE Bandeirantes terá sua capacidade ampliada de 80 litros para 145 litros por segundo. O mesmo ocorre com a estação de Campo Mourão que terá sua capacidade aumentada em 80%.

A nova estação de Pato Branco, além do aumento no volume de esgoto tratado, possibilitou a desativação da estação de tratamento de esgotos – ETE Ligeiro (localizada em área bastante urbanizada), contribuindo significativamente para a melhoria ambiental e social da região.

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As cidades de Jundiaí do Sul e Pérola tiveram a implantação do sistema de coleta e tratamento do esgoto, possibilitando melhorias nas condições ambientais e a verticalização das cidades.

A estação Atuba Sul que trata hoje 1.680 litros por segundo, está sendo ampliada em 25%. Tornando-se a maior estação de tratamento do Estado, essa unidade faz parte do Sistema Integrado de Esgotamento Sanitário de Curitiba e Região Metropolitana (SEIC), que atende forma parcial ou integral oito municípios na região de Curitiba, Almirante Tamandaré, Colombo, Campina Grande do Sul, Quatro Barras, Piraquara, Pinhais e São José dos Pinhais.

GARANTIA PARA O ABASTECIMENTO – Entre as principais obras para os sistemas de abastecimento estão a da Barragem do Miringuava que amplia a captação para atendimento da demanda atual e futura da Região Metropolitana de Curitiba, beneficiando 650 mil pessoas. O início das obras da última etapa foi autorizado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no começo deste mês.

Em Londrina, dois novos reservatórios ampliam em 6,5 milhões de litros a capacidade de armazenamento do sistema.

Campo Mourão teve duplicada a capacidade de tratamento com a ampliação da estação de tratamento de água. A cidade ainda está recebendo uma nova captação de água. A implantação da nova captação no Rio Ligeiro, em Cianorte, vai garantir o abastecimento de forma contínua até 2035.

A captação de Água do Rio Ouro Verde vai elevar a capacidade de produção de água para Medianeira, principalmente, em períodos de estiagem. Tijucas do Sul também está recebendo obras para ampliação do abastecimento. A captação do Rio do Colono, uma nova estação de tratamento e mais um reservatório para 400 mil litros de água visam atender a demanda atual e futura da cidade.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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