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Com apoio do Estado, 40 famílias de Santa Cruz de Monte Castelo conquistam casa própria

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Nesta quarta-feira (05) os esforços da Cohapar, Caixa Econômica Federal e iniciativa privada resultaram na entrega de moradias a 40 famílias de Santa Cruz de Monte Castelo, no Noroeste do Paraná. Todos os novos proprietários de um imóvel no Residencial Nova Santa Cruz receberam subsídios através do Programa Casa Fácil, totalizando um aporte de R$ 600 mil pelo Governo do Paraná. A obra somou mais de R$ 5,2 milhões em investimentos.

O subsídio de R$ 15 mil, concedido pelo Casa Fácil, é usado para ajudar no custeio do valor de entrada dos imóveis e destinado a famílias com renda mensal de até três salários mínimos. Além disso, os mutuários puderam acessar descontos variáveis através do programa federal Minha Casa, Minha Vida, e ainda utilizar o saldo do FGTS para abatimento do montante a ser financiado.

Construído pela H3 Empreendimentos Imobiliários, o residencial tem casas com metragem de 52,14m metros quadrados, divididas em dois quartos, sala, cozinha e banheiro social. O tamanho dos terrenos permite futuras ampliações pelos novos moradores. As unidades foram comercializadas com a utilização do Cadastro de Pretendentes da Cohapar.

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Os financiamentos junto à Caixa podem ser quitados em até 30 anos, com taxa de juros reduzida, e o valor médio das prestações ficou em R$ 698, preço mais acessível que a média dos aluguéis cobrados no município.

Para o administrador de empresas Alex Gonçalves Delecrode, 42 anos, a cabeleireira Isabel Carvalho dos Santos Delecrode, 35 anos, e os filhos Lívia e Lucas, o auxílio estadual ajudou não só na realização de um sonho, mas trouxe dignidade e segurança para a família. “Moramos de favor hoje. Lutamos dez anos para conquistar nossa casa. É um sentimento de muita gratidão, não tem como explicar”, disse a ela. “Agora vamos curtir a nossa casa e criar nossos pequenos com segurança”, completou Alex.

O agricultor Guilherme Silva Oliveira, 23 anos, e a companheira Isabele Bachegas Pereira, 21 anos, destacam a satisfação de deixar o peso do aluguel para trás. “A gente paga R$ 900 de aluguel e a parcela ficou menos que isso. O subsídio ajudou muito, facilitou demais. Os planos agora são completar a família, aumentar a casa e ser feliz aqui”, comemorou ela.

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Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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