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Com apoio do Casa Fácil, Cohapar entrega residencial com 128 apartamentos na Capital

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A Cohapar realizou nesta segunda-feira (02) a entrega de chaves dos 128 apartamentos do Residencial Villagio San Fratello Uno aos novos moradores. O programa Casa Fácil, do Governo do Paraná, investiu R$ 800 mil em recursos para ajudar no valor de entrada dos imóveis de 40 famílias com renda de até quatro salários mínimos. O empreendimento foi executado pela Construtora Andrade Ribeiro e recebeu mais de R$ 37,5 milhões em investimentos.

Construído no bairro Campo Comprido, o residencial possui apartamentos com plantas de 43,21 m² e 51,12 m², subdivididos em dois quartos, sala com sacada, banheiro social, cozinha com área de serviço integrada e vaga de garagem coberta. As unidades de maior metragem têm jardim privativo como diferencial. Todas as moradias são entregues com pintura, piso apropriado para cada cômodo, louças do banheiro e tanque.

Além da localização, com proximidade de mercados, escola, posto de saúde e demais estabelecimentos comerciais, o residencial também conta com ampla estrutura de lazer, com salão de festas mobiliado, parquinho, academia equipada, churrasqueira, jardim de convivência e espaço pet.

Os benefícios do projeto incluem, além do subsídio de R$ 20 mil do Casa Fácil para cada família, descontos variados do programa federal Minha Casa, Minha Vida e a possibilidade de uso do saldo do FGTS para abatimento do valor financiado. Os apartamentos são financiados pela Caixa Econômica Federal por até 30 anos e as prestações mensais têm custo mais acessível que o preço do aluguel praticado na Capital.

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Depois de 17 anos de trabalho, estudo e esforço, a neurologista veterinária Jéssica Sperandio, 33 anos, não conteve a emoção ao receber as chaves e já faz planos para a casa nova. Para ela, o auxílio do Casa Fácil Paraná foi decisivo para possibilitar a conquista e deixar o aluguel para trás. “Juntei a família para ter um valor para dar de entrada e o subsídio da Cohapar foi determinador. Se não fosse isso aumentaria muito a parcela e eu ia desistir”, disse.

Agora ela só pensa em mudar e vivenciar cada etapa dessa conquista. “Quero colocar tudo do bom e do melhor, até porque o bonito da vida são os processos. Quero envolver meus amigos, namorado, a família. Aqui dentro tem a energia de muitas pessoas”, completou.

Já o arquiteto e urbanista Christopher de Lima Ualt Nobre, 30 anos, logo que decidiu comprar um imóvel começou a pesquisar empreendimentos que se enquadrassem à sua realidade e teve a indicação da Cohapar. “Fiz o cadastro no mesmo dia. Vi os informativos, gostei da planta, se encaixaram muito no que eu podia comprar. Mas só tinha opção com garden até então. Foi no deslocamento entre meu trabalho e o plantão de vendas que o meu apartamento ficou disponível. Era muito para ser meu”, contou.

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O arquiteto elogiou a tramitação célere do programa, a qualidade e localização do residencial, e destacou o subsídio no processo de aquisição do bem. “Foi perfeito, zero burocracia. Só comprovei a renda, organizei a papelada e foi questão de tempo para assinar o contrato com a Caixa. O subsídio da Cohapar impactou muito, sem ele não teria adquirido o imóvel. Aos poucos vou fazendo o cantinho do meu jeito”, concluiu.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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