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Com apoio da Celepar, Paraná vai sediar maior evento de tecnologia pública do Brasil

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Em ritmo de Copa do Mundo, o Seminário Nacional de TIC para a Gestão Pública (Secop) terá sua 49ª edição em um lugar diferente – o Estádio Joaquim Américo Guimarães, do Athletico Paranaense, em Curitiba. Com o tema “Governo e Tecnologia com Foco no Cidadão”, o maior evento de TIC (Tecnologia da Informação e da Comunicação) pública promete reunir mais de dois mil congressistas de todo o Brasil entre os dias 24 e 25 de novembro.

Participarão do encontro representantes do setor de TIC das esferas federal, estadual e municipal para discutir sobre a tecnologia no serviço prestado ao cidadão. A intenção é melhorar a qualidade do serviço com o avanço dos recursos tecnológicos.

Para o presidente da Celepar e da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP-TIC), Leandro Victorino de Moura, o principal foco do evento é a troca de experiências e aprendizado para a melhoria da entrega à população.

“Falamos muito de tecnologias novas e disruptivas, com termos que o cidadão nem conhece, como blockchain e machine learning. Por isso, a nossa ideia é focar na sociedade. O importante é que serviços como esses cheguem para os brasileiros de forma simples e ágil. Sem atingir esse público, não faz sentido falar de tecnologia”, afirma.

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Para este ano, o objetivo é aumentar o público do evento em quase três vezes. Entre as atrações já anunciadas, está a palestra de abertura com Allan Costa, palestrante de reconhecimento nacional e militante pelo avanço da transformação digital. Ele também já presidiu a Celepar.

EVENTO – Em cerca de 50 palestras, divididas em cinco palcos simultâneos, executivos de mercado privado e de governo levam ao público conhecimento, experiências em cases de sucesso e informação técnica e estratégica.

No ambiente da Feira de Negócios, o evento traz como expositores empresas brasileiras e internacionais de todas as vertentes da tecnologia. São cerca de 60 estandes de instituições públicas e privadas que atuam no setor, como Telebrás e Dataprev.

Com foco no intercâmbio de experiências e conhecimento, o evento também contará com até 130 rodadas de campfires, nas quais, em grupos de 30 pessoas sentadas em roda, acontecem discussões temáticas sobre a realidade da Transformação Digital, Inteligência Artificial, Segurança da Informação, Conectividade, Infraestrutura de TI, Experiência do Cidadão Digital, Gestão, Inovação e Analytics.

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O Secop é uma iniciativa da Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de TIC (ABEP-TIC), órgão que congrega as empresas de TIC estaduais em todo o território nacional. O encontro tem como objetivo gerar tendências e discussões sobre a tecnologia da informação e comunicação no setor público e tem como público-alvo representantes de TIC do setor público.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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