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Ceasas de Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu estarão abertas na próxima sexta-feira

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As Ceasas de Londrina, Maringá e Foz do Iguaçu estarão abertas normalmente na próxima sexta-feira, 21 de abril, feriado nacional de Tiradentes. A Ceasa de Foz do Iguaçu terá horário especial nesse dia, funcionando das 5 às 10 horas.

As outras duas Ceasas no Paraná, em Curitiba e Cascavel, estarão com seus mercados fechados nessa data. A administração central da Ceasa Paraná, em Curitiba, também estará fechada no dia 21 de abril.

Confira abaixo os respectivos endereços, horários e dias de funcionamento das Ceasas do Paraná:

Ceasa Londrina

Dia 21 de abril, sexta-feira, mercado aberto

Dia 22 de abril, sábado, mercado aberto

Horários: de segunda, quarta e sexta-feira, das 3 as 10 horas; terça, quinta-feira e sábado, das 5h30 as 10 horas

Endereço: Av. Brasília, nº 10.000, Gleba Ribeirão Lindoia

CEP: 86.031-770 – Londrina – Paraná

Fones: (0**43) 3325-4713 – (0**43) 3325-4404

Ceasa Maringá

Dia 21 de abril, sexta-feira, mercado aberto

Dia 22 de abril, sábado, mercado aberto

Horários: de segunda-feira a sexta-feira, das 5h30 as 12 horas

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Sábados: das 5h30 às 10 horas

Endereço: Rodovia PR-317, nº 6.330 – Saída para Campo Mourão

CEP: 87.065-901 – Maringá – Paraná

Fone: (0**44) 3266-1147

Ceasa Foz do Iguaçu

Dia 21 de abril, sexta-feira, mercado aberto, com horário das 5 às 10 horas

Dia 22 de abril, sábado, mercado aberto

Horários: de segunda-feira a sexta-feira, das 5 as 15 horas

Sábados, aberta das 5 as 14 horas

Endereço: Av. Juscelino Kubitschek, nº 1.254

CEP: 85.864-000 – Foz do Iguaçu – Paraná

Fone: (0**45) 3522-1129

Ceasa Curitiba

Dia 21 de abril, sexta-feira, mercado fechado

Dia 22 de abril, sábado, mercado aberto

Horários: Boxes de segunda-feira a sábado, das 4h30 as 12 horas

Mercado do Produtor, de segunda-feira a sábado, das 4h30 as 12 horas

Mercado de Flores: de segunda-feira a sábado, das 6 as 14 horas

Endereço: BR 116, km 111, nº 22.881 – bairro Tatuquara

CEP: 81.690-901 – Curitiba – Paraná

Fones: (0**41) 3341-8300 – 3348-6690

Mercado do Produtor – (0**41) 3348-1109

Ceasa Cascavel

Dia 21 de abril, sexta-feira, mercado fechado

Dia 22 de abril, sábado, mercado aberto

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Horários: de segunda-feira a sábado, das 6 as 12 horas

Endereço: BR 467 – km 110,6 – Saída para Toledo

CEP: 85.809-630 – Cascavel – Paraná

Fone: (0**45) 3323-6741 – (0**45) 3323-5335

Ceasa Paraná Administração

Dia 21 de abril, sexta-feira, fechada

Horário: de segunda-feira a sexta-feira, das 8 as 12 horas, e das 13 as 17 horas

Endereço: Av. Silva Jardim, nº 303, bairro Rebouças

CEP: 80.230-000 – Curitiba – Paraná

Fone: (0**41) 3253-3232 – (0**41) 3352-7456

Mais informações em www.ceasa.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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