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Campanha de Natal do Estado atende 5,3 mil crianças e idosos com ações de voluntariado

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Este ano, a campanha Natal Voluntário, desenvolvida pela Superintendência Geral de Ação Solidária, não arrecadou brinquedos, mas foi marcada pela doação de muito carinho, brincadeiras, acolhimento e diversas ações voluntárias que envolveram os órgãos do Governo do Estado e centenas de servidores. As ações alegraram 5,3 mil pessoas, entre crianças, adolescentes e idosos.

As atividades foram realizadas entre 23 de novembro e 18 de dezembro por mais de 30 órgãos da administração estadual, atendendo instituições não governamentais, casas-lares, casa de passagem, asilos, condomínios do idosos, escolas municipais e estaduais de educação especial, casas de apoio, penitenciária feminina e hospitais da rede estadual.

As ações levaram ao público-alvo lanches, brinquedos, cestas básicas, itens de higiene, dia de beleza, apresentações de canto e viola, palhaços e muitas brincadeiras, com cama elástica, piscina de bolinhas e pinturas, além da atração mais importante – a presença do Papai Noel.

Para a primeira-dama do Estado e presidente do Conselho de Ação Solidária, Luciana Saito Massa, a campanha foi um momento único para que os servidores sentissem a realidade vivida pelas crianças e idosos que passam momentos de vulnerabilidade. “Acima de receber algo material, eles necessitam e precisam do mais essencial na vida de um ser humano, que é amor, carinho e esperança de um futuro melhor”, disse Luciana.

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A superintendente de Ação Solidária, Cristina Ricordi, afirma que a prática do voluntariado é muito recompensadora e que, com certeza, faz toda a diferença na vida do próximo. “Além de encher o coração daqueles que recebem, também faz bem a quem pratica. Tem muitas pessoas ansiando por atenção e carinho. Considero muito nobre o ato de doar o tempo e o afeto que a pessoa carrega dentro de si”, ressaltou.

A Casa Civil, por exemplo, escolheu o projeto Playing for Change. “Escolhemos esse projeto para o Natal Voluntário porque acreditamos na sua capacidade de mudar vidas. Estivemos em uma comunidade carente e este é o nosso papel, estar perto da população, perto da sociedade, ajudando a transformar vidas”, destacou o chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega

De acordo com ele, incentivar projetos sociais como este é acreditar que o investimento nesses jovens vai gerar resultados futuros. “É uma contribuição para o nosso País, para o nosso Estado, através da música, da cultura, do esporte, da arte e da educação”, completou Ortega.

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Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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