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Após chuvas, shows dos palcos Sunset voltam a animar praias do Litoral

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Com a volta do sol e do tempo bom ao Litoral do Paraná, a programação de shows dos palcos Sunset foi retomada nesta terça-feira (30). Ao todo, seis apresentações aconteceram em Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, animando os públicos ao som de muito samba, sertanejo, reggae e MPB.

Na praia de Caiobá, em Matinhos, a primeira atração foi a Filarmônica Orquestra Show de Antonina, que subiu ao palco no final da tarde para embalar veranistas e moradores com seu repertório eclético e descontraído, com versões instrumentais de músicas de pagode, axé e outros ritmos.

“Há muito tempo que a gente não pisava nas areias do Paraná, mesmo sendo aqui do Litoral. Tocar na praia é sempre interessante, porque são públicos variados, de gostos distintos, mas que podem se identificar com as nossas versões instrumentais de músicas que eles já conhecem”, afirmou o maestro regente da banda, Cainã Alves.

Na sequência, já no começo da noite, o som ficou por conta do Julião Boêmio Quarteto, que apresentou músicas autorais e clássicos do samba, choro e MPB. “É uma experiência muito legal. As pessoas estão em um momento de lazer, na praia, enquanto a gente apresenta a um pouco da nossa cultura, da nossa música. A gente entra no clima e aproveita o verão junto com eles também”, disse Boêmio.

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Em Pontal do Paraná, Tiago Rossatto e a dupla Luccas e Leonardo embalaram o público que estava na praia de Shangri-lá. Em Guaratuba, as apresentações à beira-mar foram da banda Namastê e do artista João Triska.

PÚBLICO – Com uma agenda que agrada todos os gostos, os shows dos palcos Sunset têm chamado a atenção de veranistas e moradores do Litoral pelo alto astral das apresentações e pela estrutura montada pelo Governo do Estado.

A professora Marisa Santi, de Pontal do Paraná, contou que estava em casa quando começou a ouvir uma das apresentações e decidiu ir até a praia para acompanhar os shows mais de perto. “Nós estávamos no apartamento, na sacada, quando começamos a ouvir a melodia. Falei pra todo mundo que nós tínhamos que descer para acompanhar o show de perto. Fomos com toda a família para prestigiar os músicos nestas apresentações”, afirmou.

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Julião Boêmio Quarteto levou MPB para Matinhos. Foto: Roberto Dziura Jr./AEN

PROGRAMAÇÃO – Os shows são gratuitos e contam com uma programação que segue até domingo (4), com até três shows por dia em cada um dos palcos. Isso acontece porque algumas apresentações foram reagendadas por conta das chuvas que atingiram o litoral na semana passada.

Um dos principais destaques da semana é a banda curitibana Blindagem, que se apresenta em Shangri-lá nesta quinta-feira (01). Expoentes do rock curitibano, a banda tem quase 50 anos de carreira. A programação ainda conta com novas apresentações de Namastê e Tiago Rossato, além de shows de Black Maria, Allan Oliveira, Nikole Gouveia & Funkin’ Minds, Raimundera, Serra Acima Trio e Mestre Zeca & Viola Afinada com Fandango de Encantadas, entre outros.

Confira a programação completa:

Caiobá

Quarta-feira (31)

18h – Tiago Rossato

19h30 – Bananeira Brass Band

Quinta-feira (1)

18h – Allan Oliveira

19h30 – Dani e Gabriela

Sexta-feira (2)

18h – Belas Big Bang

19h30 – Black Maria

Sábado (3)

18h – Cia dos Palhaços

19h30 – Nikole Gouveia & Funkin’ Minds

Domingo (4)

16h – Mestre Zeca & Viola Afinada convidam Fandango de Encantadas

17h30 – Família Sapo

Guaratuba

Quarta-feira (31)

18h – Luccas e Leonardo

19h30 – Allan Oliveira

Quinta-feira (1)

18h – Raimundera CWB

Sexta-feira (2)

18h – Canutilho Temperado

19h30 – Jay de Oyá

Sábado (3)

18h – Serra Acima Trio

19h30 – Família Sapo

Domingo (4)

16h – Big Belas Band

17h30 – Donna Rosa

Shangri-lá (Pontal do Paraná)

Quarta-feira (31)

12h – Bananeira Brass Band

18h – Márcio Juliano

19h30 – Namastê

Quinta-feira (1)

18h – Blindagem

19h30 – Black Maria

Sexta-feira (2)

18h30 – Grupo Fandanguará

Sábado (3)

18h30 – Fandango da Família Santos

Domingo (4)

16h – Domingo da Família

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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