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Apoio do Governo às IGRs do Turismo é destaque em encontro de cinco estados

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A aproximação do Governo do Estado com as Instâncias de Governança Regionais (IGRs) do Turismo foi destaque em encontro que reuniu representantes do Paraná, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A 1ª Conferência de IGRs da macrorregião Sul foi realizada nesta quinta-feira (6), dentro da programação do 19º Festival das Cataratas 2024 (FIT), que começou quarta-feira (5) e segue até sexta (7).

Elisiane da Silveira Mengolla, gestora técnica da IGR Grande Oeste e presidente da Associação Brasileira de Turismólogos e Profissionais do Turismo (ABBTur) em Santa Catarina, ressaltou o desempenho do Paraná. “O Paraná é o nosso exemplo, utilizamos sua metodologia como modelo sempre que falamos de fortalecimento de turismo regionalizado, pois o Estado atua com diretriz e orientação”, disse. “É importante saber para onde caminhar e como começar e o Paraná faz isso com maestria”.

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Ao todo, o Estado possui 18 Regiões Turísticas, cada uma com sua IGR. O Governo do Paraná foi mencionado como exemplo do bom diálogo e aproximação da Secretaria de Estado do Turismo (Setu) e essas instituições, que têm a função de coordenar e fomentar o potencial do setor nos respectivos territórios.

O secretário do Turismo do Paraná, Marcio Nunes, afirmou que, sem organização, processo unificado, procedimento padronizado, fica muito mais difícil trabalhar. “O governador colocou o turismo na prateleira de cima, entendendo a importância do setor para a geração de emprego e renda. E a Secretaria do Turismo decidiu trabalhar em conjunto com as IGRs porque são elas que estão na região, conhecem as necessidades e demandas que possuem”, disse.

De maneira inovadora, em 2023, o Governo do Paraná, por meio da Setu, destinou recursos para garantir o fomento de atividades turísticas com obras e sinalização, por exemplo, ou até mesmo na divulgação dos atrativos. “Até então, as IGRs tinham que desembolsar dinheiro do próprio para o desenvolvimento do setor. Agora a Setu tem nos ajudado muito a alavancar o turismo regional”, disse o presidente da Adetur Litoral, Nelson Cotovicz Filho. Fundada em 2006, essa IGR tem sede em Paranaguá e atua no fortalecimento do turismo dos sete municípios do Litoral.

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Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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