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Apoio do Estado com o Casa Fácil Paraná viabiliza moradias para 46 famílias de Tapira

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Em Tapira, no Noroeste do Paraná, 46 famílias conquistaram a casa própria graças ao programa Casa Fácil, do Governo do Estado. Elas são as novas proprietárias do Residencial Fênix, entregue nesta sexta-feira (19) pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) e cujo investimento superou a marca dos R$ 6,4 milhões.

As 46 unidades habitacionais do condomínio foram subsidiadas pelo Governo do Estado, totalizando um aporte de R$ 690 mil em recursos. O auxílio de R$ 15 mil é destinado ao público com renda de até três salários mínimos e usado para abater o valor de entrada dos imóveis. Os beneficiários também puderam acessar descontos pelo programa federal Minha Casa Minha Vida, e utilizar o saldo do FGTS para abatimento do montante financiado.

Com projeto executado pela Construtora Bonomi, o residencial possui plantas de 47,23 metros e 48,01 metros quadrados, subdivididas em dois quartos, sala, cozinha, banheiro social e área externa. Os terrenos possibilitam ampliações futuras pelos novos moradores. As moradias, comercializadas a partir de R$ 140 mil, foram financiadas pela Caixa Econômica Federal por até 360 meses, com prestações entre R$ 422 a R$ 662 e taxas de juros reduzidas.

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Para os trabalhadores rurais David dos Santos Chaves e Denise de Oliveira da Cruz, ambos de 28 anos, o novo lar representa tranquilidade, pois assegura o futuro dos dois filhos do casal. “É algo pro resto da vida, porque fica para as crianças. É uma conquista que a gente conseguiu para deixar para eles. Foi uma benção”, comemorou ela. Ansioso pela mudança e cheios de planos, o esposo não vê a hora de iniciar as benfeitorias. “Agora é fazer um muro, uma área e seguir em frente com um sonho que só vai se realizar cada vez mais”, disse.

Quem também sonhava com esse momento há bastante tempo é a secretária Denise Eugênio Moura, 25 anos. Para ela, deixar o peso do aluguel e ter um imóvel significa uma garantia para a família. “Como a gente mora de aluguel, não temos a segurança que queremos. E agora conseguiremos fazer melhorias. É um sentimento de gratidão e de realização de um sonho”, concluiu.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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