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Academia Alfredo Andersen lança projeto para imersão de artistas do interior do Paraná

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A Academia Alfredo Andersen, espaço anexo ao Museu Casa Alfredo Andersen, deu início na semana ao projeto ArtCamp, iniciativa que tem como objetivo a difusão e imersão técnica e cultural de artistas visuais do interior do Paraná. A ação proporciona uma jornada técnica pelos equipamentos culturais e museais na Capital, com enfoque na montagem museológica, expografia, iluminação, curadoria e pesquisa.

O piloto do projeto contou com a participação de 11 artistas da cidade de Campo Mourão, no Centro-Oeste. Durante três dias intensos, os artistas tiveram a oportunidade de conhecer em detalhes os principais espaços culturais paranaenses, a partir do Museu Casa Alfredo Andersen. Entre as atividades, programação e visitação ao Museu Oscar Niemeyer, Museu Paranaense, o Centro Juvenil de Artes Plásticas e o Centro Cultural Teatro Guaíra.

“A pandemia trouxe um impacto significativo para a área cultural, especialmente nas cidades de menor porte, como Campo Mourão, que conta com cerca de cem mil habitantes. No contexto das artes visuais, a situação torna-se ainda mais complicada, pois os artistas visuais tendem a se recolher em seus ateliês e em suas casas, quando não há estímulo e incentivo. Diante desse cenário, é fundamental provocar e estimular o surgimento de novas expressões artísticas” afirmou Roberto Cardoso, secretário da Cultura de Campo Mourão.

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A ideia, de acordo com Luiz Gustavo Vardanega Vidal Pinto (Vidal), diretor do Museu Casa Alfredo Andersen, é inovar e descentralizar as ações culturais. “Esse acantonamento possibilita aos artistas uma visão mais ampla do cenário cultural, o conhecimento sobre como o Estado se posiciona no cenário nacional e internacional das artes visuais e por fim proporcionar a colocação em prática do conhecimento aqui adquirido, tornando-os mais exigentes na construção e na amostragem de seus trabalhos”.

Dentre as demandas estaduais para atender os municípios menores e o interior do Estado, o projeto se destaca na mobilização por promover vivências e acompanhamentos na produção cultural do Paraná. Os municípios interessados em participar do projeto ArtCamp podem se inscrever entrando em contato com o setor educativo do Museu Alfredo Andersen pelo e-mail educativomcaa@gmail.com.

SOBRE O MUSEU – Localizado em Curitiba, o complexo Alfredo Andersen, formado pelo Museu Casa e Academia Alfredo Andersen, é uma instituição do Governo do Paraná que preserva e difunde a obra do pintor norueguês, considerado um dos principais representantes da arte paranaense. O museu possui um acervo composto por diversas obras de Andersen e também abriga exposições temporárias de artistas contemporâneos, promovendo o diálogo entre diferentes expressões artísticas.

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Fonte: Governo PR

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Escolas do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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