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Abertas as inscrições para o 6º Fórum Paranaense de Turismo Religioso, em Lunardelli

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Já estão abertas as inscrições para o 6º Fórum Paranaense de Turismo Religioso, que será realizado de 24 a 26 de abril, em Lunardelli, no Vale do Ivaí. A cidade é conhecida como a capital paranaense da fé e as atividades do evento acontecerão em espaço da prefeitura anexo ao Santuário Santa Rita de Cássia.

O fórum é uma realização do Grupo de Trabalho de Turismo Religioso do Paraná, que integra a secretaria estadual do Turismo (Setu), e envolve diversas entidades públicas e privadas. O grupo trabalha para promover esse segmento, visando a geração de renda e emprego. As inscrições podem ser feitas pela internet (AQUI). No mesmo link, é possível conhecer toda a programação e verificar indicações de hospedagem em hotéis conveniados com o evento.

O Paraná possui mais de 300 atrativos em turismo religioso e a expectativa é que o fórum identifique ações para fortalecer ainda mais este segmento. O evento reunirá representantes de destinos turísticos, poder público, iniciativa privada, agentes de viagens e representantes de instituições religiosas de diferentes expressões para a troca de experiências e conhecimentos.

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O objetivo é contribuir para a qualificação dos envolvidos no turismo religioso no Paraná. A ideia é valorizar o patrimônio histórico-cultural e incrementar o fluxo de visitantes e a economia local, regional e estadual. Lunardelli possui cerca de 4,8 mil habitantes e chega a receber 300 mil turistas por ano, de acordo com a prefeitura.

PROGRAMAÇÃO – O 6º Fórum Paranaense de Turismo Religioso será o primeiro evento realizado no novo espaço de eventos da Prefeitura de Lunardelli, anexo ao Santuário, e deve receber centenas de pessoas nos dois dias. A programação conta com uma novidade: a oficina de produtos experienciais no turismo religioso – para empresários, realizada pelo Sebrae e Fecomércio. Também haverá a 2º Exposição “Riquezas do Vale”, nos dias 25 e 26 de abril, com feiras regionais, gastronomia e atrações culturais.

GRUPO DE TRABALHO – O Grupo de Trabalho do Turismo Religioso é formado pelo Governo do Paraná, por meio da Setu, Pastoral do Turismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB Sul 2), Associação Brasileira dos Agentes de Viagem (Abav-PR), Associação Inter Religiosa de Educação (Assintec), Fecomércio, Sebrae e Prefeitura de Lunardelli. O Grupo também conta com apoio das Instâncias de Governança do Estado, Rotas Turísticas Religiosas, TV Evangelizar, Associação dos Municípios do Paraná e Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Paraná.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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