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90 anos do Porto de Paranaguá: navio de guerra da Marinha recebe visitantes no Litoral

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A Fragata Liberal (F-43), da Marinha do Brasil, recebeu 750 visitantes neste domingo (16), no Porto de Paranaguá. A ação foi uma homenagem da Marinha ao aniversário do Porto, que completa 90 anos nesta segunda-feira (17).

Com 46 anos de operação, a Fragata é considerada a ponta de lança da corporação e atua como escolta, possuindo alto poder de combate. A embarcação é equipada com dois lançadores triplos de mísseis antiaéreos, lançadores de mísseis superfície-superfície, lançadores de foguetes, canhões e lança-torpedos.

“Este é um momento de aproximar a comunidade do ambiente portuário e de um importante parceiro nosso, que é a Marinha do Brasil”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia. 

“Para mim e para a minha tripulação, é uma honra imensa poder celebrar o aniversário de um porto extremamente relevante para o nosso País”, declarou o capitão de Fragata, Rogério Moreira Diniz, comandante da embarcação.

“O navio é uma importante ferramenta na defesa das riquezas do nosso país e da nossa Amazônia Azul, e o Porto de Paranaguá é um destaque nessa logística nacional. A Marinha do Brasil não poderia deixar de se fazer presente na comemoração dos 90 anos do maior porto graneleiro da América Latina”, comentou o tenente Marcos Gabriel de Santos, relações-públicas da Fragata Liberal.

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Uma característica estrutural do navio é ser mais reforçado do que uma embarcação tradicional. Com diversos compartimentos estanques e fundo duplo, a fragata se torna mais resistente e apta ao combate.

Durante a visita, o casal Wagner Rebelo Costa e Priscila Moghrabi levou o filho, Kalel, para conhecer de perto a estrutura. “Aqui é comum vermos navios cargueiros, então ter a oportunidade de visitar um navio como esse traz uma grande alegria para nós e para a população parnanguara”, comentou Wagner.

A dupla já havia visitado outra embarcação da Marinha, o Cisne Branco, e novamente se encantou com o passeio. “Para mim, é diferente. Meu marido trabalha aqui no porto, eu não. Então, quando tenho a oportunidade de vir, eu aproveito”, disse Priscila.

Uma família parnanguara de 12 pessoas também aproveitou o domingo para levar as crianças e visitar a embarcação. “O navio da Marinha é bem diferente. É algo que não temos o costume de ver de perto, então é muito interessante”, afirmou o operador de produção Diego Ramos Almeida.

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SOBRE A FRAGATA – A F-43 faz parte da classe Niterói e foi incorporada à Marinha do Brasil em 18 de novembro de 1978. Com 129,2 metros de comprimento, a embarcação pesa 3,8 mil toneladas quando carregada.

Entre os destaques de segurança está o sistema que emprega o míssil Exocet, de voo rasante e alcance máximo de 70 km. Com alto poder defensivo, o navio é capaz de neutralizar embarcações de superfície com grande eficiência.

DOAÇÕES DE PÁSCOA – Além da visita ao cais, os participantes puderam doar chocolates para a campanha da Portos do Paraná intitulada Páscoa Para Todos. Mais de 500 caixas com bombons, wafers e barras de chocolates foram arrecadadas e serão entregues para comunidades em situação de vulnerabilidade social, em Paranaguá.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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