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40 servidores da Portos do Paraná participam de capacitação da Fundación ValenciaPort

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Funcionários da Portos do Paraná participam a partir desta segunda-feira (24) do programa de formação em gestão estratégica de portos, oferecido em conjunto com a Fundación ValenciaPort, instituição espanhola que é referência mundial no setor. Os 40 portuários selecionados trabalham em diferentes atividades, nas áreas administrativa e operacional.

“Estamos fortalecendo nosso quadro, investindo em qualificação e formação. Acreditamos que um porto mais eficiente só é possível com profissionais de excelência. Participamos das três edições do Master em Logística Portuária oferecido em conjunto com a Universidade Politécnica de Valência, além de termos alunas em cursos nos portos de Le Havre e Israel”, destacou o diretor-presidente da empresa pública, Luiz Fernando Garcia.

Esta é a primeira edição de um curso in company, um modelo de capacitação personalizado que trabalha os pontos específicos que a Portos do Paraná deseja focar. “Este programa é parte da nossa cooperação com a Fundación Valenciaport e tem a intenção de oferecer técnicas, ferramentas, habilidades e conhecimento específicos para as nossas necessidades”, completa.

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As aulas serão divididas em dois módulos, em abril e em junho. No primeiro, serão abordados temas como cadeia logística, relação com comunidade portuária, transição energética, boas práticas ambientais e gestão de talento humano.

No segundo, os alunos receberão os conteúdos de gestão estratégica, planificação portuária, gestão de sistemas, tecnologia da informação, relação porto-cidade e responsabilidade social dos portos.

Para o diretor de negócio internacional da Fundación ValênciaPort, Miguel Garin, o Paraná sai na frente ao investir na qualificação dos seus funcionários. “Ter uma equipe altamente qualificada é um diferencial de mercado e uma vantagem competitiva. Capacitar as equipes permite que elas tomem melhores decisões e assumam os desafios do futuro. Não existe porto inteligente sem pessoas inteligentes”, ressalta.

Segundo o coordenador de Desenvolvimento Pessoal da empresa pública, Henrique Pires, o curso dá continuidade ao projeto de capacitação dos funcionários. “A intenção é ter um corpo de servidores com conhecimentos de mercado, com troca de experiências com portos que são referências mundiais. A escolha dos servidores se deu com base no perfil em gestão, que já participam de comissões e projetos chave”, conta.

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A maioria dos funcionários participantes é de concursados e metade das vagas foram ocupadas por mulheres. “Eu me senti reconhecida e estou super motivada para aplicar estes conhecimentos no meu cotidiano. È importante ter essa visão não só de Paranaguá, mas do que tem sido feito nos outros portos do mundo”, avalia Rubia do Rosario, agente portuária que atua na Diretoria de Engenharia e Manutenção.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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