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Valor Bruto da Produção Agropecuária é estimado em R$ 1,188 trilhão

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De acordo com os dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apurados até setembro, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) alcança R$ 1,188 trilhão, ficando abaixo dos R$ 1,196 trilhão registrados em 2021. O resultado tem como base o crescimento de apenas 0,9% das lavouras, que representam R$ 821,2 bilhões do total, bem como o recuo de 3,8% da pecuária, que equivale a R$ 367,6 bilhões. Ambas as atividades neste ano ficaram abaixo do observado no ano passado. 

Segundo a pasta, esse cenário foi determinado por problemas climáticos no Sul, que afetaram a produção de soja e outras lavouras, bem como a queda do VBP da pecuária, em carne bovina, suína e de frango. A retração dos preços dos itens da pecuária foi o principal fator que afetou o setor, com exceção, do leite que vem atingindo média de preço não obtida nos últimos 17 anos.

Ainda conforme a pasta, os produtos que apresentaram um bom desempenho neste ano fora,: o algodão, que registrou aumento de 26,2% no VBPP, o café, com aumento de 31,3%, o feijão, com alta de 7,8%, o milho, com 12,9% e o trigo, com crescimento de 37,8%. 

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No ranking dos produtos, o VBP mostra as primeiras posições para soja, milho, cana de açúcar, café e algodão. Estes são responsáveis neste ano por 83,7% do VBP das lavouras.

Entre as regiões, o destaque é para o Centro-Oeste e Sul, e os estados são Mato Grosso, Paraná e São Paulo.

Fonte: AgroPlus

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Senado aprova mudanças no ITR para garantir justiça tributária no campo

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A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou um projeto de lei que altera regras do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) e da Política Nacional do Meio Ambiente. A proposta busca corrigir distorções no cálculo do imposto e garantir isonomia tributária para os produtores rurais, além de definir melhor os critérios de dedução e arrecadação.

Entre as mudanças, o projeto prevê a retirada da tributação sobre áreas ambientais, uma demanda antiga do setor agropecuário. Com isso, terras destinadas à preservação ambiental não serão incluídas na base de cálculo do imposto, promovendo mais justiça na cobrança e incentivando a conservação dessas áreas. Além disso, a proposta detalha que investimentos feitos para a melhoria da propriedade rural, como benfeitorias, poderão ser deduzidos do valor do imóvel na tributação.

Outro ponto relevante é a destinação dos recursos arrecadados com o ITR. O projeto estabelece que esses valores deverão ser investidos no meio rural, fortalecendo infraestrutura, conectividade e condições de produção, além de contribuir para a qualidade de vida dos agricultores. A medida busca garantir que os tributos pagos retornem em benefícios diretos para os produtores e comunidades rurais.

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A proposta também trata das ocupações irregulares de terras, permitindo que áreas invadidas sejam excluídas da base de cálculo do imposto. Com isso, a cobrança do ITR poderá ser direcionada aos ocupantes irregulares, e não ao proprietário legítimo, que muitas vezes perde a posse efetiva da terra. O projeto segue agora para análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) antes de ser votado no plenário do Senado.

Fonte: Pensar Agro

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