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Safra 2022/23: exportações de suco de laranja brasileiro registram alta no 1º trimestre

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As exportações totais de suco de laranja brasileiro embarcaram um volume de 276.212 toneladas no primeiro trimestre de 2022. O número representa um aumento de 3,24% em comparação aos primeiros três meses da safra 2021/2022, quando foram exportadas 267.547 toneladas.

Em relação ao faturamento, no primeiro trimestre deste ano os embarques de suco de laranja somaram US$ 520 milhões, registrando um crescimento de 23,11% frente os US$ 422,4 milhões obtidos no mesmo período da safra anterior. 

Entre os mercados de suco de laranja do Brasil, a Europa segue na liderança das exportações, com 180.953 toneladas importadas, o que representa uma participação de 65,03% do total e alta de 4% em comparação com as 173.999 toneladas embarcadas no mesmo período na safra anterior. Em seguida, temos os Estados Unidos, para onde foram embarcadas 63.971 toneladas de suco de laranja, o que corresponde a 23,23% do total exportado.

Já para a China, que representa 5,56% do total, foram exportadas 15.313 toneladas, volume 8,78% menor do que o registrado no mesmo período da safra anterior, quando foram embarcadas 16.778 toneladas. Para o Japão, os embarques, que correspondem a 2,90% do total, registraram queda de 8,66% nos primeiros três meses da safra 2022/2023, com um volume de 7.978 toneladas.

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Outros destinos representam 2,06%. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e compilados pela CitrusBR.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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