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Plantio e desenvolvimento do milho estão atrasados no Paraná devido a presença de chuvas

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Por meio do Departamento de Economia Rural (Deral), a Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná divulgou seu relatório de plantio e colheita das principais safras. Conforme apontado no levantamento, 78% das lavouras de milho verão foram semeadas até esta segunda-feira (17), estando 11% desse total ainda em germinação e 89% em fase de estado vegetativo.

Entre as regiões do estado, as atividades se encontram mais adiantadas em Francisco Beltrão, Maringá, Paranaguá, Paranavaí, Toledo, Umuarama, Ponta Grossa, Londrina, Laranjeiras do Sul e Cascavel. Em contrapartida, os trabalhos seguem mais lentos em Jacarezinho, Ivaipora, União da Vitória e Pitanga. 

De acordo com os técnicos do Deral, o plantio de milho vem avançando com dificuldades nas regiões paranaenses, com exceção da região Norte, onde as chuvas têm beneficiado o desenvolvimento das áreas recém plantadas. 

Já nas regionais Oeste e Centro-Oeste, as culturas de verão estão enfrentando dificuldades na emergência e lentidão no desenvolvimento. Na região Noroeste, as chuvas das últimas semanas têm gerado erosões.

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Na região Sul, os trabalhos se concentram no plantio, mas o excesso de chuvas e dias nublados está atrasando o desenvolvimento vegetativo da cultura. E na região Sudoeste, o tempo chuvoso tem fornecido poucas janelas de oportunidades para dar seguimento aos trabalhos.

Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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