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Piscicultor de Toledo se destaca com excelentes resultados

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Depois de 30 anos trabalhando com atividade de piscicultura por conta própria, o produtor Jandir José Primão, de Toledo, se integrou à Copacol e, com o seu primeiro lote de peixes entregue à Cooperativa, já se consagrou com o melhor resultado do mês de março. Ele se destacou em todos os critérios de avaliação: conversão alimentar, com 1.270 Kg, crescimento diário, com 3.49 Kg, e rendimento de filé, o qual obteve 37.45%.

O piscicultor não se cabe de tanta alegria, pois não imaginava já no primeiro lote alcançar o bom resultado. Ele, que vinha enfrentando algumas dificuldades devido os altos custos de produção e com a comercialização, encontrou na Copacol a solução para se manter na atividade. Segundo Jandir, na Cooperativa encontrou a segurança que precisava, pois tem a garantia de comercialização, boa assistência técnica e insumos de boa qualidade. “A piscicultura faz parte da nossa vida, temos experiência na lida com os peixes e o que nos faltava era apoio e segurança. A Copacol chegou para nos dar tranquilidade para continuar produzindo”, conta o produtor.

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A esposa Marlene e o filho Rodrigo ajudam nas tarefas do dia a dia, porém, agora que é um produtor integrado, ele recebe as visitas da extensionista Analice Timoteo que lhe orienta de como fazer os manejos de forma mais assertiva. O piscicultor se mostra muito contente com a parceria com a Cooperativa, pois esse era um sonho de longos anos que se tornou uma realidade. “Só tenho a agradecer a Copacol por essa oportunidade de me tornar um piscicultor integrado”, enaltece.

Da Assessoria

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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