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AGRONEGÓCIO

Maior drone do agronegócio é apresentado por fabricante chinesa no 35º Show Rural Coopavel

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Se há um consenso entre os produtores rurais e todos os profissionais envolvidos com a cadeia do agronegócio é que a tecnologia trouxe mudanças significativas para o setor. Graças aos recursos tecnológicos implementados no campo, o agricultor consegue aumentar a produtividade, reduzir as perdas das plantações, monitorar suas lavouras de forma mais efetiva e aumentar a sustentabilidade. As câmeras, por exemplo, deixaram de ser um equipamento apenas para a segurança. Fazem parte de um processo interessante de monitoramento, ou acompanhamento da produção.

No Show Rural Digital esse simulador de caminhão atrai visitantes. O simulador não é uma novidade, mas a câmera que fica ao lado do volante transmite em tempo real toda a ação do motorista, pelo sinal 4G, e já está sendo utilizada para entender problemas que resultam em prejuízos, como o alto índice de acidentes em uma empresa transportadora.

Uma empresa de soluções tecnológicas de Maringá trouxe vários modelos de câmeras para segmentos diversos. Hoje existe até câmera para contagem de animais. E elas podem funcionar utilizando energia solar. Na produção de alimentos em uma propriedade do Paraná as câmeras são utilizadas para verificar o funcionamento de pivôs de irrigação que em casos de falhas, precisam ser corrigidas rapidamente.

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Uma fabricante chinesa que se instalou no Brasil há mais de cinco anos trouxe para o evento o maior drone do agronegócio para a pulverização da lavoura, otimizando o tempo do produtor e sendo ainda mais preciso.

Fonte: JC1

Foto: Catve

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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