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AGRONEGÓCIO

Lançamento da revista Pensar Agro – Do campo à cidade

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Na última terça-feira (12.12), o lançamento da revista digital “Pensar Agro – Do campo à cidade” foi um sucesso. A solenidade de lançamento, na sede do Crea, em Cuiabá, reuniu amigos, familiares, produtores rurais e autoridades do setor do agronegócio.

Publicada com apoio do Instituto Mato-grossense das Entidades de Agronomia, Geologia e Engenharia (Imeage), juntamente com o sistema Confea/Crea-MT/Mutua-MT, a revista pretende ser uma fonte fundamental de informações para o setor agropecuário, abordando tópicos contemporâneos e impactantes.

Segundo Isan Oliveira de Rezende, presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso (Feagro-MT) quanto do Instituto do Agronegócio (IA), a revista “Pensar Agro” pretende ser uma fonte de informações imprescindíveis para o setor agropecuário.

“Esta revista já é um canal direto de informação, trazendo matérias que refletem os debates que já promovemos em diferentes plataformas, como nosso portal, podcast e programas de televisão”, afirma Isan.

Isan Rezende ladeado pelo Presidente da Aprosoja MT, Fernando Cadore, e pelo Presidente do CREAMT, Juares Samaniego

Isan Rezende com o pai, Isaias Borges de Rezende, a esposa, Denise Rezende, e a mãe, Jandira Oliveira de Rezende

“Juntamente com o portal Pensar Agro, que traz notícias do setor, atualizadas diariamente, a revista vem completar o leque de opções para se informar o produtor rural sobre tudo o que está acontecendo no mundo e seja de seu particular interesse”, explica Rezende.

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A publicação já está disponível gratuitamente na versão on line basta clicar aqui.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

MT realiza conferência sobre etanol de milho e discute desafios do setor

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Mato Grosso sediou nesta quinta-feira (03.04) a 2ª Conferência Internacional UNEM DATAGRO sobre Etanol de Milho, evento que reuniu em Cuiabá produtores, investidores, especialistas e autoridades para debater o crescimento e os desafios do setor. Organizada pela União Nacional do Etanol de Milho (Unem) e pela consultoria DATAGRO, a conferência abordou temas como avanços tecnológicos, regulação do mercado e sustentabilidade da produção.

Imagem: assessoria

Na abertura, o presidente da Unem, Guilherme Nolasco, destacou a rápida expansão do setor no Brasil. “Há dez anos, a produção de etanol de milho no Brasil era vista como um nicho sem viabilidade. Passamos de 80 milhões de litros na safra 2014/15 para mais de 8 bilhões na safra atual (2024/25), superando as projeções iniciais”, afirmou. Segundo ele, o etanol de milho já representa 23% do total de biocombustíveis produzidos no país, e a expectativa para a próxima safra (2025/26) é alcançar 10 bilhões de litros.

O setor de etanol de milho tem papel estratégico na segurança energética nacional e na economia circular, agregando valor ao milho excedente e gerando coprodutos como bioenergia e farelos proteicos. No entanto, enfrenta desafios regulatórios e estruturais. Entre as principais dificuldades apontadas por Nolasco estão a necessidade de avanços no marco legal do setor, incluindo questões como o programa Combustível do Futuro, o RenovaBio e incentivos para biomassa.

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Outro desafio destacado foi a oscilação dos custos de produção, com variações no preço do milho e margens de lucro apertadas. O mercado de coprodutos, como o DDG/DDGS (farelo resultante da destilação), também precisa de maior estruturação para garantir melhor rentabilidade aos produtores.

O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro e o  governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, participaram da 2ª Conferência Internacional Unem Datagro. A conferência também abordou temas como a desinformação sobre o impacto do etanol de milho no custo dos alimentos e os esforços para viabilizar o uso do SAF (Sustainable Aviation Fuel), combustível sustentável para a aviação. A transição energética na navegação e os impactos das taxas de juros elevadas no financiamento de novos investimentos também foram debatidos.

O Brasil conta atualmente com 25 biorrefinarias em operação, responsáveis por uma produção recorde de etanol de milho. A safra 2024/25 já atingiu 8,25 bilhões de litros, e a projeção para 2025/26 é de 10 bilhões de litros. Além disso, a produção de grãos secos de destilaria (DDG/DDGS), altamente valorizados na nutrição animal, deve saltar de 4,05 milhões de toneladas para 4,84 milhões na próxima safra.

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Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), a produção crescente de etanol de milho no Brasil tem reduzido a dependência de combustíveis fósseis e ampliado a competitividade do agronegócio. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de políticas públicas que garantam a estabilidade do setor a longo prazo.

Com crescimento acelerado, o etanol de milho tem consolidado sua posição na matriz energética brasileira e deve desempenhar papel central na transição para uma economia de baixo carbono. No entanto, para manter a trajetória de expansão, será necessário enfrentar desafios como a regulação do mercado, a adaptação a novas tecnologias e a estruturação de cadeias produtivas que garantam maior competitividade ao setor.

Fonte: Pensar Agro

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