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Exportações de milho e carne bovina até 2ª semana do mês já superam total de outubro de 2021

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De acordo com os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações de milho e carne bovina do Brasil ocorridas até a segunda semana de outubro já superaram o total embarcado no mesmo mês do ano passado. Somente em apenas nove dias úteis deste mês, as vendas da proteína bovina in natura somaram 91.159 toneladas, contra  82.187 toneladas exportadas nos 20 dias úteis de outubro de 2021.

Ainda conforme os dados, o Brasil tem embarcado, aproximadamente, 10.13 mil toneladas da carne por dia ao exterior, contra a média diária de 4,12 mil um ano antes. Impulsionados pela China, o país registrou recordes mensais de envios nos últimos dois meses. 

Já para o milho, as vendas externas até a segunda semana de outubro alcançaram  3,25 milhões de toneladas, ficando acima do volume de 1,79 milhão no total de outubro de 2021.

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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