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Em Minas segue até sábado a 19ª edição da Megaleite

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Segue até sábado a 19ª edição da Exposição Brasileira do Agronegócio do Leite (Megaleite) no Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Durante a solenidade de abertura, o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões, anunciou o lançamento do programa Cemig Agro, uma iniciativa da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) destinada a melhorar o fornecimento de energia e o atendimento aos produtores rurais mineiros.

“Estamos criando um canal específico para atender os produtores rurais, tratando de problemas de instabilidade na rede, falta de energia ou qualquer outra dificuldade enfrentada nas propriedades rurais. É um investimento significativo da Cemig”, destacou Simões. O programa Cemig Agro promete ser um divisor de águas para a agricultura no estado, garantindo que os produtores tenham um suporte adequado e confiável em suas operações diárias.

Além do lançamento do programa, Simões anunciou a prorrogação, por mais 90 dias, da suspensão da concessão de benefícios fiscais às empresas importadoras de leite em pó de outros países. Com essa medida, essas empresas continuarão a pagar o ICMS de 18% na comercialização dos produtos importados, uma tentativa de proteger o mercado interno e fortalecer a produção local.

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A Megaleite, um dos principais eventos do setor lácteo no Brasil, reúne produtores, expositores e especialistas para discutir tendências, inovações e desafios do agronegócio do leite. A feira é uma plataforma importante para o lançamento de novas tecnologias e para a troca de conhecimentos entre os participantes, contribuindo para o desenvolvimento do setor.

O anúncio do programa Cemig Agro durante a Megaleite 2024 demonstra o compromisso do governo de Minas Gerais com o fortalecimento do agronegócio, uma das principais atividades econômicas do estado. Com a melhoria no fornecimento de energia, os produtores rurais poderão aumentar a eficiência e a produtividade de suas propriedades, impulsionando ainda mais o crescimento do setor.

A prorrogação da suspensão dos benefícios fiscais também reflete a preocupação do governo em proteger os produtores locais da concorrência externa, assegurando condições mais justas e competitivas para o mercado nacional de leite.

A Megaleite 2024 oferece uma série de atividades, palestras e exposições que prometem enriquecer o conhecimento e as práticas dos participantes, reafirmando a importância do evento para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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