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Algodão atinge mínima desde junho de 2021 em Nova York

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Os contratos futuros de algodão na bolsa ICE atingiram seu menor nível desde junho de 2021, nesta quinta-feira (20). No entanto, os movimentos foram limitados à medida que os preços buscavam um direcionamento entre a pressão da colheita dos Estados Unidos e o suporte de um dólar mais fraco, bem como ações em recuperação. 

Por volta das 14h30 (horário de Brasília), de hoje, o contrato de algodão para dezembro caía 0,8 centavos, ou 1%, para 77,49 centavos de dólar por libra-peso.

Entre os fatores que influenciaram esse cenário estão um dólar mais fraco e força nos mercados de ações e petróleo, enquanto a fraqueza ocorre devido a colheita em andamento, e os temores de um recessão global, segundo o diretor da corretora de algodão Keith Brown and Co na Geórgia, Keith Brown. 

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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