5 de Abril de 2025
    NOVA AURORA

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    Inovação, transparência e participação popular consolidam atuação da Diretoria de Comunicação

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    A Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Paraná se consolidou como um canal de transparência e promoção da participação popular. Muito além de divulgar as ações do Parlamento, o foco na inovação e modernização abriu portas para a colaboração da sociedade, além de levar as decisões, ações e iniciativas do Poder Legislativo que impactam diretamente a vida dos paranaenses.

    “Nesses últimos 10 anos, a Comunicação da Assembleia avançou de forma sem precedentes. Seguindo as orientações do nosso presidente Ademar Traiano (PSD), buscamos uma comunicação moderna, inovadora e voltada para aumentar a transparência da Casa”, avaliou a diretora de Comunicação, jornalista Kátia Chagas, que está há dez anos à frente do setor.

    Durante esse período, novas ferramentas tecnológicas foram incorporadas para facilitar o acesso ao material produzido, reforçando a presença da Assembleia nas redes sociais. “Iniciamos um processo de publicidade institucional que elevou a Assembleia Legislativa do Paraná a um novo patamar. Por meio de campanhas educativas, buscamos informar a população sobre o papel dos deputados e incentivamos sua participação nas decisões do Legislativo, convidando-os a opinar e ter uma presença mais ativa”, explicou.

    O compromisso com a transparência, a informação de qualidade e o incentivo ao diálogo com os cidadãos paranaenses foi fundamental. Dessa forma, foi possível fortalecer o papel estratégico da Comunicação na difusão das atividades legislativas, estreitando a relação entre o Parlamento e a sociedade por meio de diversas ações.

    Orçamento da Gente

    Estimado em R$ 78,7 bilhões para 2025, o maior orçamento da história do Paraná também contará com a maior participação popular, graças a uma iniciativa inédita da Assembleia Legislativa. O Programa Orçamento da Gente, criado pela Comissão de Orçamento, abriu um canal direto para ouvir a população sobre a aplicação dos recursos.

    A contribuição foi expressiva, com cerca de oito mil sugestões recebidas por meio do site da Assembleia, que foram compiladas pela Diretoria de Comunicação para serem incorporadas à Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2025.

    Assembleia Itinerante

    Outra medida implantada pela atual Comissão Executiva, com a participação da Diretoria de Comunicação, foi o projeto Assembleia Itinerante. Essa iniciativa tem como objetivo aproximar o Parlamento da população, ouvindo suas demandas e reivindicações.

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    O projeto já foi realizado em 15 municípios, recebendo mais de quatro mil sugestões da sociedade civil organizada. Durante as edições do Assembleia Itinerante, a população teve a oportunidade de apresentar suas demandas e sugestões, que foram posteriormente reunidas pela Diretoria de Comunicação e encaminhadas como pleitos ao governo, sugestões ao orçamento público e até propostas de projetos de lei.

    TV Assembleia

    Com nova programação, o sinal aberto e gratuito da TV Assembleia passou a alcançar 100 municípios do Estado, oferecendo som e imagem digital de alta qualidade. Através desse canal legislativo, que amplia a transparência e visibilidade do trabalho dos 54 deputados estaduais, mais paranaenses puderam acompanhar as ações e debates que impactam diretamente a vida da população.

    A inovação no uso de tecnologias pela TV Assembleia, que integra a rede legislativa nacional, foi um dos principais fatores que garantiram a ampliação do sinal. Investimentos em novos equipamentos possibilitaram transmissões de sessões plenárias, audiências públicas, reuniões e solenidades com alta definição. Essa iniciativa também permite veicular uma programação que reflete a pluralidade e diversidade de opiniões sobre diferentes temas. Segundo a Comissão Executiva, essas medidas foram essenciais para aprimorar a transparência, fortalecer a integridade e a responsabilidade parlamentar, além de promover a participação cidadã.

    Tour Virtual

    A Assembleia Legislativa do Paraná também passou a oferecer ao público um tour virtual em 360 graus por todos os espaços do Poder Legislativo, proporcionando uma experiência imersiva e inédita por meio de óculos de realidade virtual. A tecnologia permite que qualquer paranaense, de qualquer região do Estado, conheça o local. A inovação foi parte das comemorações pelos 170 anos do Poder Legislativo, celebrados neste ano.

    O tour virtual foi desenvolvido com tecnologia avançada de realidade virtual, proporcionando uma experiência de alta qualidade. Os óculos escolhidos para a experiência possuem tela de alta resolução, sensores de movimento de última geração e controles intuitivos, permitindo uma navegação fluida e realista pelos ambientes virtuais. “Com essa tecnologia, os usuários vivenciam uma sensação aprimorada de presença e imersão, sem a necessidade de cabos ou dispositivos adicionais”, explicou a diretora de Comunicação, Kátia Chagas.

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    Os óculos estão disponíveis para o público na sede da Assembleia, em Curitiba, e nas ações de interiorização do Poder Legislativo, como nas edições do Assembleia Itinerante. O conteúdo foi produzido durante meses por uma equipe da Diretoria de Comunicação. “Essa medida inovadora, com o uso de tecnologia e transparência, mostra a Assembleia de forma educativa e divertida”, comentou Chagas. O projeto inclui aplicativos exclusivos desenvolvidos para a Assembleia, disponíveis em três idiomas (português, espanhol e inglês), ampliando o acesso e engajamento de um público global.

    Transmissões

    Nos últimos dez anos, a Diretoria de Comunicação cobriu todos os eventos realizados na Casa, como as sessões plenárias, reuniões das comissões, sessões solenes e audiências públicas sobre temas de interesse da sociedade.

    “Passamos a transmitir praticamente tudo ao vivo. Qualquer pessoa, de qualquer lugar do Paraná ou do Brasil, pode acompanhar o que acontece na Assembleia, pois fomos a primeira Assembleia do Brasil a transmitir as sessões pelo Facebook. Também utilizamos todas as redes sociais para fazer transmissões ao vivo de sessões, audiências públicas, solenidades e outros eventos importantes”, destacou Kátia Chagas.

    A diretora enfatizou a importância de levar o trabalho dos deputados à população, como uma forma de prestação de contas das atividades parlamentares e de aproximar o Legislativo da sociedade, principalmente por meio de uma comunicação multiplataforma. “Essa missão contribuiu diretamente para o Selo Diamante recebido pela Assembleia este ano, pois ampliou os canais de transparência e participação popular. Foi um trabalho realizado por uma equipe focada em trazer resultados não apenas de divulgação, mas de engajamento da população”, completou.

    A Assembleia foi o único poder estadual paranaense a conquistar o Selo Diamante do Programa Nacional de Transparência Pública (PNTP), que avalia o nível de transparência das informações dos órgãos públicos.

    Todo o conteúdo produzido é divulgado no site da Assembleia, nas redes sociais e nas transmissões pelo YouTube, Facebook, além da TV Assembleia, no canal aberto 10.2 e no ClaroNet canal 16.

    Fonte: ALPR PR

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    Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

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    Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

    Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

    Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

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    Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

    Números

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

    Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

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    De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

    Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

    Fonte: ALPR PR

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