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Projeto Porto Escola realiza primeira visita inclusiva no Porto de Paranaguá

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Alunos da Escola Bilingue para Surdos Nydia Moreira Garcez e da Escola Municipal Edite Lobo dos Santos (EJA) visitaram o Porto de Paranaguá, no Litoral do Paraná, nesta quarta-feira (02). Integrando o projeto Porto Escola, 17 crianças surdas e 21 pessoas com deficiência cognitiva conheceram a história portuária da região, ações sustentáveis para o meio ambiente local e medidas de segurança de trabalho. Ao todo, 11 professores acompanharam os grupos.

“Esta é a primeira vez que visitantes surdos ou com deficiência cognitiva vieram ao Porto Escola e para nós foi um aprendizado, adaptamos a linguagem, falamos mais devagar para o intérprete ter tempo de traduzir para a língua de sinais. Foi uma experiência bem bacana”, explicou a analista portuária da Portos do Paraná, Jaqueline Dittrich.

“Muitas vezes a gente trabalha esse tema lá na escola e eles não têm noção de como é. Por eles serem surdos, tudo se torna visual e vendo o porto com a nossa explicação sobre o tema é outra experiência. Eles não só imaginam, eles estão vendo, vivenciando”, explicou a professora Maurikeli dos Santos Gonçalves.

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Ela traduziu a experiência do João Guilherme Pavanelli, de 10 anos. “O que eu mais gostei foi dos golfinhos, tinha bastante golfinho diferente”, enfatizou João.

A professora da Escola Edite Lobo Marcia Almindo comentou sobre a animação dos alunos. “Eles são sempre participativos. O atrativo é conhecerem a fauna, a flora, os mangues, a reciclagem e como ajudar o meio ambiente”, enfatizou.

Para o aluno Olliver Cordeiro, de 17 anos, esta não foi a primeira visita ao porto, local em que o pai dele trabalha. “É muito legal ver o porto de volta, né? Lembrar como a operação aqui exporta para o mundo inteiro. Eu gostei bastante da visita”, destacou Olliver.

SOBRE O PORTO ESCOLA – Mais de mil alunos de 38 escolas municipais já visitaram o Porto de Paranaguá este ano. A novidade deste ciclo são os vídeos educativos, que abordam temas como meio ambiente, portos e segurança portuária. O projeto é desenvolvido em parceria com as prefeituras de Paranaguá e Antonina.

Todas as quartas-feiras a Portos do Paraná recebe os estudantes do 5º ano das escolas municipais para assistirem a uma palestra, conversar sobre o meio ambiente e a história do Porto. Depois o grupo conhece a faixa portuária.

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O projeto é realizado desde 2015 e já atendeu mais de 10 mil alunos. De janeiro a outubro de 2024 já foram mais de mil participantes e até o final do ano serão atendidas todas as escolas do município.

CONCURSO – No final de 2024, todos os participantes poderão participar do concurso de desenhos e frases sobre a importância da atividade portuária para a economia e a valorização do meio ambiente. Os melhores trabalhos ganharão um passeio de barco pela Baía de Paranaguá, onde os alunos poderão ver o porto novamente, desta vez pelo lado do mar. Ao todo, 25 alunos serão selecionados para realizar o passeio.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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