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Isan Rezende fala sobre o plano safra, ao vivo, na Band

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O presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro), Isan Rezende, foi entrevistado ao vivo, em rede nacional, no jornal Terra Viva, da Band. Durante a conversa, Rezende abordou temas cruciais para o setor produtivo, especialmente em relação ao recém-lançado Plano Safra.

Rezende criticou os lançamentos de planos, por se tornarem palco político. “Não é isso que o setor produtivo quer, não é isso que a sociedade quer e nem o que a segurança jurídica e alimentar precisa. O plano safra é um planejamento estratégico. Quando o produtor rural faz seu planejamento, ele o faz para no mínimo 5 safras”, afirmou Rezende.

Rezende ainda lembrou que o seguro rural foi reduzido de 13 para 11%. “Essas coisas tem que ser analisadas sem paixão ideológica. Precisa ser um plajemento estratégico técnico”, completou.

A participação de Isan Rezende no Jornal Terra Viva da Band pode ser assistida na íntegra, clicando aqui.

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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