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Residência Médica do Hospital de Dermatologia do Paraná é credenciada pela SBD

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O Conselho Deliberativo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) autorizou o credenciamento do Programa de Residência do Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná (HDSPR), uma das unidades próprias do Estado, após um criterioso processo de avaliação realizado durante o ano de 2023. A aprovação pela instituição assegura e reforça o cumprimento dos objetivos e pré-requisitos necessários para a formação de especialistas na área de dermatologia.  

O programa é ofertado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), e teve início em março de 2023. O HDSPR, situado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, disponibiliza anualmente, quatro vagas para médicos formados que procuram se especializar na área de Dermatologia. O processo de formação tem duração de três anos, que são realizados dentro das estruturas do HDSPR. Os residentes do programa recebem uma bolsa de R$ 4.106,09, subsidiada pelo Ministério da Educação

O objetivo do Programa de Residência Médica é qualificar e fortalecer a assistência aos pacientes, além de contribuir para a melhoria dos serviços públicos, formando profissionais especialistas nas áreas de atuação, com a visão de atendimento humanizado.

 “A aprovação pela SBD do Programa de Residência do HDSPR deriva dos esforços dos gestores da Saúde, que têm buscado oferecer aos médicos residentes a possibilidade de poder atuar dentro de uma estrutura de atendimento pública, com grande número de pacientes”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Cesar Neves. “Buscamos obter parâmetros de excelência na prestação de serviço e ensino, atendendo pacientes que necessitam dos serviços públicos no Paraná”, complementa.

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A unidade hospitalar já havia sido credenciada pela Comissão Nacional de Residência Médica, do Ministério da Saúde e pelo Ministério da Educação (MEC) anteriormente, com pareceres favoráveis à realização do curso.    

CREDENCIAMENTO – O parecer da SBD contou com análises documentais, avaliação de todas as estruturas físicas disponíveis, equipamentos, visita técnica e avaliação presencial. Para obter o título de “Credenciado”, é necessário que o Serviço de Residência possua também professores, formadores e orientadores que sejam especialistas, mestres e doutores na área de Dermatologia.

Eles devem ter trabalhos publicados em revistas de impacto, além de uma estrutura hospitalar completa que possibilite a formação de profissionais preparados para atuar na dermatologia clínica. Além desses critérios, existe também a exigência de que o processo seletivo para o ingresso na residência deva ser público e isento, contemplando todas as exigências da Comissão Nacional de Residência Médica e MEC.

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ESTRUTURA – A unidade oferta mais de cinco mil atendimentos por mês na dermatologia e angiologia. Ela integra a rede estadual de saúde, com atendimento ambulatorial para casos de hanseníase, pênfigo (fogo selvagem), psoríase, eczema, tricologia, onicologia, ulcerações de pele entre outras dermatoses, além da realização de biópsia e cirurgias plásticas reparadoras.

Além dessas especialidades, também faz consultas de cirurgia vascular e de cardiologia, com equipe multiprofissional em fisioterapia, nutrição, psicologia, serviço social e terapia ocupacional com confecção de palmilhas, curativos especiais e serviço de fototerapia (terapia com luzes artificiais que podem estimular ou inibir a atividade celular).

No ano passado foram realizados mais de 124.933 mil atendimentos e somente de janeiro a maio, foram 63.670 atendimentos no geral. Atualmente, o ambulatório é referência para 44 municípios pertencentes às Regionais de Saúde de Paranaguá, Curitiba e União da Vitória.

O hospital foi fundado em 1926 como referência no acolhimento dos portadores de lepra, como era conhecida a hanseníase, considerada uma medida profilática para conter o avanço da doença, isolando o paciente no tratamento das doenças da pele.

Fonte: Governo PR

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Presente especial: documentário celebra os 40 anos da Orquestra Sinfônica do Paraná

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Quatro décadas de história, centenas de concertos inesquecíveis e um repertório que atravessa gerações. Em 2025, a Orquestra Sinfônica do Paraná celebra seus 40 anos e ganha um presente especial: um documentário que resgata essa trajetória marcante. Dividido em quatro capítulos no formato de websérie, o material será disponibilizado no YouTube do Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná (IAOSP) e do Teatro Guaíra, permitindo que o público mergulhe nos momentos mais emblemáticos da Orquestra.

O lançamento dos três primeiros episódios está previsto para os dias que antecedem o aniversário da OSP, 28 de maio, data que também marca o início de uma série de concertos comemorativos no auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão). Nessas apresentações especiais, que serão realizadas nos dias 28, 29 de maio e 1º de junho, a OSP trará ao palco a grandiosa Sinfonia nº 2 de Gustav Mahler, conhecida como Sinfonia da Ressurreição. Com quase 200 músicos reunidos, a obra promete emocionar o público e tornar essa celebração inesquecível.

O quarto e último episódio da websérie será lançado após os concertos comemorativos, pois incluirá trechos dessas apresentações. Desta forma, o documentário vai contar a história da Orquestra desde o dia de sua estreia, em 1985, até o aniversário de 2025. O diretor Rogério Vieira explica que, diferente de uma narrativa linear, o documentário não seguirá uma ordem cronológica rígida.

A ideia do documentário nasceu de uma conversa entre Samuel Lago, presidente do IAOSP, e o produtor audiovisual Rogério Vieira. “Queremos que as pessoas conheçam a história da Orquestra por meio daqueles que a viveram de dentro: músicos, maestros, organizadores e trabalhadores da arte, todos que ajudaram a construir essa trajetória. A proposta é retratar essa jornada de forma autêntica e emocionante, com depoimentos que resgatam memórias e experiências únicas”, afirma Lago.

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Apaixonado por música clássica, Rogério Vieira acompanha os concertos da OSP há muitos anos. “Muitas pessoas que apreciam a Orquestra e acompanham seus concertos talvez não tenham noção da complexidade envolvida, desde a forma como uma orquestra funciona até os desafios de administrá-la. É por isso que o documentário será tão especial: ele permitirá ao público enxergar os bastidores da Orquestra Sinfônica do Paraná, revelando os detalhes que tornam cada apresentação única”, revela o diretor do documentário.

PRIMEIRO TRECHO DISPONÍVEL — Ao longo dos meses de abril e maio, trechos do documentário serão divulgados no Instagram do Teatro Guaíra, da Orquestra Sinfônica do Paraná e do IAOSP. O primeiro, lançado nesta sexta-feira (04/04), traz um depoimento do maestro João Carlos Martins, pianista reconhecido internacionalmente como o maior intérprete do compositor clássico Johann Sebastian Bach.

Em maio de 2024, Martins teve uma participação memorável em um concerto da OSP: ele atuou como solista e dividiu a regência da Sinfônica com o diretor musical e regente titular da Sinfônica do Paraná, maestro Roberto Tibiriçá. “O maestro Eleazar de Carvalho, que foi meu professor, tinha uma admiração muito grande por João Carlos. Um dos grandes feitos dele como músico foi gravar toda a obra de Bach, é algo impressionante. E hoje é um exemplo de superação”, afirmou Tibiriçá, na ocasião.

Confira AQUI o primeiro trecho do documentário.

TRAJETÓRIA – Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná surgiu por iniciativa de uma equipe composta por profissionais como Eleni Bettes, Ivo Lessa e Tatiana Aben-Athar, com apoio do então governador José Richa e do secretário da Cultura, Fernando Ghignone. Seu primeiro maestro titular foi Alceo Bocchino, ex-aluno de Heitor Villa-Lobos e um dos grandes nomes da música erudita no Brasil. Falecido em 2013, Bocchino é maestro emérito da OSP. Na época da fundação, 61 músicos foram selecionados por meio de um concurso nacional, incluindo Osvaldo Colarusso como maestro adjunto.

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Desde então, a OSP tem contado com a direção de outros renomados maestros. Após Bocchino e Colarusso (1985-1998), regeram Roberto Duarte (1998-1999), Jamil Maluf (2000-2002), Alessandro Sangiorgi (2002-2010), Osvaldo Ferreira (2011-2014), Stefan Geiger (2016-2020), e atualmente tem como maestro titular e diretor musical Roberto Tibiriçá, que está à frente da orquestra desde 2022.

Ao longo de quatro décadas, a OSP construiu um vasto repertório com mais de 900 obras catalogadas de aproximadamente 250 compositores, incluindo importantes nomes da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e paranaenses, como Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. A Orquestra também teve a honra de trabalhar com mais de 50 maestros convidados e cerca de 200 solistas nacionais e internacionais.

A atuação da Orquestra Sinfônica do Paraná transcende os palcos paranaenses, com mais de mil apresentações realizadas dentro e fora do Paraná. A Orquestra participou de montagens de importantes óperas e balés, incluindo O Quebra-Nozes e O Lago dos Cisnes, de Tchaikovsky, Romeu e Julieta, de Prokofiev, além das óperas Carmen, de Bizet, A Viúva Alegre, de Lehar, e La Bohème, de Puccini.

Com uma capacidade notável de transitar entre estilos clássicos, românticos e contemporâneos, a Orquestra Sinfônica do Paraná se coloca como um dos principais conjuntos sinfônicos do país. Acompanhe a programação dos concertos no site da OSP e siga a Orquestra no Instagram e no Facebook para não perder nenhuma novidade deste corpo artístico do Centro Cultural Teatro Guaíra.

Fonte: Governo PR

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