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Associação de Amigos do MAC Paraná anuncia reabertura do Festival de Audiovisualidades

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A Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (AAMAC) anuncia a reabertura das inscrições para o Festival de Audiovisualidades, iniciativa que conta com o apoio do MAC Paraná. O evento, que está programado para ocorrer de 4 a 7 de julho de 2024, com o intuito de estimular a produção e circulação de obras artísticas audiovisuais e enriquecer o acervo da instituição, contará com uma programação ampliada incluindo quatro mostras, workshops, rodas de conversa e oficinas, direcionadas ao segmento audiovisual.

As inscrições, abertas de 8 de abril a 3 de maio de 2024, devem ser feitas por formulário online. Estão elegíveis artistas brasileiros e estrangeiros residentes no país, com mais de 18 anos.

O processo de inscrição faz parte de uma atualização e readaptação do Edital nº 01/2023 – Festival de Audiovisualidades do MAC Paraná, originalmente publicado em 12 de outubro de 2023, cujo prazo final estava previsto para 3 de novembro de 2023. As inscrições já realizadas conforme o edital anterior serão automaticamente consideradas para esta nova fase. 

Serão aceitos trabalhos artísticos, inéditos ou não, das mais variadas formas da linguagem audiovisual, como cinema experimental, videoarte, videodança, animação, arte digital, música visual, performance audiovisual, entre outros. Esses trabalhos devem ter uma duração máxima de 15 minutos e classificação indicativa livre.

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As exibições serão organizadas em quatro categorias temáticas, das quais três são competitivas — Diversidade, Memória e Resistência; Arte Urbana; e Práticas Contemporâneas — e uma não competitiva, Sustentabilidade. Esta última é reservada exclusivamente para produções de estudantes, visando estimular novos talentos e oferecer visibilidade a suas obras em um dos mais relevantes espaços culturais do Paraná.

As obras selecionadas por um Comitê Curatorial serão exibidas durante o festival, e as categorias competitivas estarão sujeitas à votação popular. Os vencedores receberão R$ 2.000,00 e suas obras serão incorporadas ao acervo do MAC Paraná.

“Foi necessário uma mudança por conta da ampliação na programação do festival, que agora vem muito mais vasta e potente”, explica Carolina Loch, diretora do MAC Paraná. Segundo ela, a decisão de reprogramar o evento surge da ampliação na programação, assumindo o compromisso da instituição em incluir mais audiovisualidades no acervo, e contemplando a diversidade da expressão artística contemporânea.

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O festival busca explorar as diversas facetas desta linguagem, indo além da videoarte. “O Festival de Audiovisualidades nasceu da ideia de repensar o nosso acervo, entendendo que essa linguagem abrange muito mais do que a videoarte tradicional. Queremos incluir outras práticas, registros e propostas que precisam ser exibidas, faladas e repensadas”, destaca. “Precisamos levar para o público esse acervo para que ele siga vivo”, conclui Carolina.

Ela enfatiza que a iniciativa reforça o compromisso do MAC Paraná e da AAMAC em promover a diversidade e a expressão artística contemporânea, alinhando-se aos propósitos do museu de complementar e diversificar sua coleção, especialmente no âmbito das audiovisualidades, com foco em temas sociais e culturais com novas perspectivas da arte contemporânea brasileira.

Serviço:

Festival de Audiovisualidades do MAC Paraná

Produção: Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (AAMAC)

Prazo para inscrição: 08/04 a 03/05

Data de realização do evento: 04, 05, 06 e 07 de julho de 2024.

Leia o edital de inscrição AQUI

Inscrições abertas através deste link.

Fonte: Governo PR

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Transfusão de sangue imediata no local do acidente salvou vida de criança de 5 anos

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Primeira paciente pediátrica do Paraná a receber transfusão de sangue no próprio local do acidente, a menina Maria Laura Ferraz, 5 anos, vai receber alta nesta quinta-feira (26), após 14 dias internada no Hospital Universitário de Maringá, 12 deles na UTI. Ela vai reencontrar a mãe, Luciana, de 36 anos, que também ficou internada sete dias na UTI do mesmo hospital e recebeu alta na última quinta-feira (19).

Ambas voltavam de uma consulta médica da menina na cidade de Carlópolis, no dia 12 de dezembro, quando o veículo da prefeitura de Jabuti em que estavam se envolveu em um acidente grave com outro veículo na BR-153, perto de Ibaiti, que vitimou duas pessoas. Dois helicópteros, além de uma ambulância por terra, foram acionados para resgatar as vítimas. Com lesões graves no intestino, fígado e baço, Maria Laura não podia esperar: necessitava de uma transfusão de sangue imediata para ter condições de chegar ao hospital. O que foi feito na aeronave e a salvou.

“Esse equipamento de transfusão de sangue no próprio local fez toda a diferença para minha filha. Não fosse isso, minha família teria um Natal com muita tristeza, chorando a perda da nossa filha. Posso dizer sem dúvida nenhuma que minha filha nasceu de volta graças a esse equipamento”, comemora o pai da menina, o gerente de supermercado Josilei Ferraz, de 40 anos.

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O resgate de Maria Laura foi feito pela equipe do doutor Maurício Lemos, coordenador médico da operação aeromédica de Maringá. Ele lembra que quando chegou ao local do acidente, o batimento cardíaco de Maria Laura estava muito acelerado pela perda de sangue na região da barriga. “Até então, eu não havia transfundido nenhuma criança no local do acidente, apenas adultos. Mas ali não tinha escolha. Ou eu fazia a transfusão de sangue, ou a menina ia morrer pela gravidade em que ela se encontrava”, ressalta o médico, que visitou Maria Laura no hospital nesta quarta-feira (25) de Natal.  “Foi emocionante visitar essa menina, porque eu a vi morrendo e agora ela está pronta para voltar para casa graças ao procedimento que fizemos naquele momento exato”, relata Lemos.

Desde que o sistema foi implantado, a base de Maringá havia realizado 42 transfusões de sangue na aeronave que opera o sistema. Nenhuma, até então, em criança. “Naquele momento, avaliei todos os critérios técnicos e ela tinha condições de passar pelo procedimento. Tanto que quando passei o sangue ela já começou a estabilizar, o que permitiu que chegássemos até o hospital onde ela foi atendida”, explica Lemos.  

A diretora estadual da Rede de Atenção às Urgências, Giovana Fratin, enfatiza que a hemotransfusão maciça – como é chamado o processo – melhora a condição do paciente até a chegada ao hospital de referência. Portanto, é muitas vezes a diferença entre a vida e a morte do paciente. “São muitas ações dentro de uma estratégia de atenção à saúde, realizada pelo governo do Paraná, entre elas esse caso da hemotransfusão no pré-hospitalar”, aponta.

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SERVIÇO AEROMÉDICO – O atendimento aeromédico do Paraná é reconhecido nacionalmente. Operado pelo Sistema Estadual de Regulação de Urgência, cobre todo o estado com cinco bases estratégicas localizadas em Curitiba, Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa.

Além de atender vítimas de trauma, o serviço realiza transporte de órgãos para transplantes, sendo uma peça-chave no sistema de saúde estadual.

A base de Maringá também se destaca por ser a primeira do Paraná a empregar hemotransfusão em vítimas graves diretamente na cena de trauma.

Até novembro, o serviço aeromédico do Paraná havia atendido 3.292 pacientes no ano de 2024. Em 2023, o estado registrou um recorde histórico, com 4.003 atendimentos. Além de resgates e transferências, esses números incluem o transporte de órgãos, reforçando o papel essencial do serviço na saúde pública.

“Sob a liderança do governador Ratinho Junior, estamos alcançando marcas históricas na rede de cuidado em urgência e emergência do Paraná. Há dois anos, esse esforço nos levou a atingir a cobertura total do território paranaense pelo Samu. Esse resultado assegura um atendimento ágil e eficiente, reforçando nosso compromisso com a missão de salvar vidas”, destaca o secretário de Saúde do Estado, Beto Preto.

Fonte: Governo PR

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