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Cepea prevê preços estáveis para o arroz em 2024

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A expectativa para os preços internos do arroz em casca durante 2024 é de manutenção da estabilidade, sustentada principalmente pela redução nos estoques.

Esse cenário favorece custos e receitas para os produtores, gerando um clima de otimismo maior em comparação com a safra anterior, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com pesquisas do Cepea, os preços do arroz alcançaram os maiores patamares históricos em termos reais, enquanto os custos foram pressionados. Isso cria a perspectiva de uma margem operacional favorável para os produtores.

Os pesquisadores do Cepea apontam para uma sazonalidade na oferta, prevendo um maior volume entre março e abril, o que pode temporariamente aumentar a disponibilidade no mercado interno, impactando os valores. No entanto, durante a entressafra, é esperada a manutenção dos preços em níveis estáveis.

Destacam-se dois pontos cruciais: alguns produtores enfrentaram a necessidade de replantio e custos adicionais com operações de máquinas, devido a chuvas intensas na região Sul e a casos de redução do potencial produtivo.

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Além disso, é importante ressaltar que a cultura do arroz tem enfrentado baixos retornos por anos. Portanto, a melhora na margem nesta temporada é vista apenas como um alívio para os produtores, e não necessariamente uma solução definitiva para os desafios estruturais que afetam o setor.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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