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Em ano histórico, Paraná conquista prêmios internacionais e nacionais de inovação

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O Paraná teve um 2023 histórico na área da inovação, no qual Estado, Curitiba e municípios do Interior obtiveram destaque nacional e internacional em prêmios nas áreas de sustentabilidade, ciência e tecnologia.

Exemplo disso foi o resultado no Ranking Cidades Inovadoras e Sustentáveis, realizado pela consultoria Bright Cities, com ISO 37120, que colocou o Paraná na liderança do País. O estudo classificou a eficiência dos maiores municípios do Brasil, levando em conta a medida dos índices alcançados em 40 indicadores das três maiores cidades de cada estado em termos populacionais.

No Paraná foram avaliadas Curitiba, Londrina e Maringá, e o Estado ficou à frente de São Paulo e Santa Catarina, fechando a segunda e terceira posição, respectivamente. Curitiba, Londrina e Maringá também figuraram entre as melhores do mundo para abrigar startups, segundo o ranking Startup Ecosystem Index Report 2023.

Em novembro, Curitiba foi escolhida pela Smart City Awards como a cidade mais inteligente do mundo, vencendo as finalistas Barranquilla (Colômbia), Cascais (Portugal), Izmir (Turquia), Makati (Filipinas) e Sunderland (Reino Unido). Os critérios utilizados no reconhecimento envolvem políticas públicas, programas, planejamento urbano e ações de modernização. A premiação é considerada uma das mais relevantes do mundo em inovação.

Em outras regiões do Estado, os municípios do Interior foram reconhecidos como cidades inteligentes e em pleno desenvolvimento. Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e Assaí, no Norte, se somaram a Curitiba quando o Intelligent Community Forum elegeu as 21 comunidades mais inteligentes do mundo, sendo as únicas das cidades da América do Sul presentes no ranking.

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No Prêmio Cidades Empreendedoras, Apucarana, no Vale do Ivaí, conquistou o 2º lugar na categoria de cidades com população entre 100 mil e 285 mil habitantes com o Programa Economia Solidária e Empreendedorismo Feminino, e Guaíra, na região Oeste, ficou na mesma posição, na categoria de municípios com até 50 mil habitantes, com o projeto Desburocratizando o Desenvolvimento.

Cascavel, na região Oeste, e Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, também foram reconhecidas no campo do empreendedorismo inovador, assim como Curitiba, Londrina, Maringá e Ponta Grossa na lista das 50 cidades mais empreendedoras do Brasil.

O secretário estadual da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), Marcelo Rangel, afirma que o Paraná está concentrando esforços e investimento no setor. Ele cita, como exemplo, a elevação da antiga Superintendência para Secretaria, além da regulamentação da Lei Estadual de Inovação, assinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em abril.

“É fruto de um trabalho em conjunto do Governo do Paraná, os municípios, o setor produtivo e a sociedade civil. A inovação para os países de primeiro mundo é uma das principais fontes de renda e investimento. É assim na Coreia do Sul, Singapura, Estados Unidos, Estônia. E o Paraná está seguindo esse modelo. Estamos investindo no Interior, qualificando mão de obra, para que as pessoas não precisam deixar suas cidades em busca de oportunidades nos grandes centros”, afirma.

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ECOSSISTEMAS DE INOVAÇÃO – O Paraná também se destacou no segmento de Ecossistemas de Inovação, com quatro de nove finalistas no Prêmio Nacional de Inovação 2023, realizado pelo Sebrae e pela Confederação Nacional da Indústria.

Ecossistema é um conjunto conectado de organizações, instituições e indivíduos que colaboram e interagem para promover a criação, desenvolvimento e implementação de novas ideias, produtos e serviços. Esse sistema estimula a inovação por meio da cooperação, compartilhamento de conhecimento, recursos e suporte financeiro, criando um ambiente propício para o crescimento econômico.

O Vale do Pinhão, de Curitiba, foi um dos finalistas na categoria grande porte. Já na categoria médio porte foram destaque o Sistema Regional de Inovação do Sudoeste do Paraná, impulsionada por Pato Branco, Francisco Beltrão, Dois Vizinhos e Palmas e Realeza, e o Centro de Inovação de Maringá.

Por fim, na categoria pequeno porte, o Sistema Regional de Inovação do Norte Pioneiro foi finalista, composto por 12 cidades: Andirá, Bandeirantes, Cambará, Carlópolis, Ibaiti, Jaboti, Jacarezinho, Joaquim Távora, Ribeirão Claro, Santo Antônio da Platina, Siqueira Campos e Wenceslau Braz.

Fonte: Governo PR

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Com foco em IA, BRDE Labs apresenta empresas e conceito da edição de 2025

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O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a HOTMILK, ecossistema de inovação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, deram início, nesta semana, a mais uma edição do BRDE Labs. Em 2025, o programa tem como foco a Inteligência Artificial e vai conectar startups a grandes empresas para o desenvolvimento de soluções inovadoras. A iniciativa conta com o apoio da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham-Brasil), que auxilia na captação de empresas participantes.

O evento de lançamento foi realizado no Centro de Realidade Estendida da PUCPR e reuniu representantes das dez companhias âncoras desta edição: 3L Bike Parts, Atlas Eletrodomésticos, Bree, Brose, C.Vale, Grupo Gondaski, Horse, Lojas MM, MGL Mecânica de Precisão e Millpar. Cada empresa foi apadrinhada por um colaborador do BRDE, que dará suporte ao longo do processo de desenvolvimento das soluções.

As empresas participantes conheceram em detalhes o programa, que tem como finalidade a apresentação de uma Prova de Conceito (PoC) criada pelas startups para as empresas. Esse modelo permite testar a viabilidade de soluções antes de sua implementação definitiva. O programa também disponibiliza uma comunidade digital, ferramenta para conexão dos participantes de todas as edições do programa e para divulgação de conteúdos de interesse. O edital das startups que planejam desenvolver conexões com IA está previsto para maio.

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O superintendente do BRDE, Paulo Starke Junior, destacou a importância de fomentar a inovação no setor empresarial. “Somos o maior financiador de inovação com recursos direcionados no País, mas sabemos que inovar vai além do financiamento. Criar um ambiente propício ao desenvolvimento é essencial para gerar soluções transformadoras”, afirmou. Ele ressaltou ainda que a colaboração entre clientes, parceiros e empresas é fundamental para fortalecer a conexão entre startups, universidades e o mercado.

Criado em 2020, o BRDE LABS tem como objetivo fortalecer o ecossistema de inovação no Sul do Brasil, capacitando startups e conectando-as a empresas em busca de soluções estratégicas para seus desafios internos. Desde seu lançamento, o programa já impactou 47 organizações em 31 cidades do Paraná e acelerou 59 startups.

Marcelo Moura, diretor da HOTMILK, disse que o programa impulsiona o desenvolvimento do Paraná. “Ele abriu caminho para a criação de novas iniciativas, promovendo não apenas a pesquisa, mas também a conexão com o mercado dentro da economia 4.0”, disse. “A IA já faz parte da realidade do mercado e sua incorporação aos produtos e serviços pode trazer ganhos expressivos em eficiência”.

A 3L Bike Parts, uma das âncoras desta edição, conheceu o BRDE LABS em um evento realizado em 2024. Paulo Henrique Valasque, diretor de engenharia da empresa que tem foco na produção e comercialização de componentes para bicicletas de alta performance, conta que o interesse foi imediato, levando a participar da iniciativa.

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“Muitas vezes estamos tão focados no dia a dia da empresa que não percebemos o vasto mundo de inovação ao nosso redor. Estar nesse ambiente, junto a outras companhias, nos mostra quantas oportunidades estão surgindo e como podemos adotar novas ferramentas para otimizar desde a rotina até aspectos que impactam significativamente o nosso negócio”, ressaltou.

Empresas veteranas no programa, como Bree, Brose e C.Vale, também reafirmaram os benefícios da iniciativa.

Alessandra Anami, gerente de engenharia, laboratório e SGI da Bree, destacou que a participação permite ampliar o conhecimento sobre inteligência artificial e implementar soluções inovadoras. “O programa nos conecta com o que o mercado está fazendo e amplia nosso conhecimento sobre inteligência artificial. Com isso, ganhamos em dois aspectos: primeiro, por meio dos treinamentos e capacitações que aceleram nosso aprendizado, e segundo, pela oportunidade de solucionar um problema de maneiras que, muitas vezes, nem imaginávamos”, explicou.

Fonte: Governo PR

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