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Curso da Saúde qualifica inspeções sanitárias em fábricas de 29 municípios da RMC

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A secretaria estadual da Saúde (Sesa), por meio da Vigilância Sanitária (Visa), iniciou nesta segunda-feira (16), em Curitiba, um curso para fabricantes de saneantes, cosméticos e dispositivos médicos dos 29 municípios de abrangência da 2ª Regional de Saúde, com sede na Capital. O evento também é destinado para inspetores sanitários que atuam nos municípios onde existem estes tipos de indústrias, com o objetivo de favorecer a atuação destes profissionais.

Organizado pela Vigilância Sanitária de Produtos da 2ª Regional Metropolitana, a capacitação segue até quarta-feira (18) com palestrantes de diversas instituições e regiões do Brasil, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A Regional conta com cerca de 250 fabricantes inspecionados pela Visa.

A iniciativa busca fortalecer a integração das equipes e atualizar normas e instruções para que as inspeções sejam cada vez mais qualificadas e atendam as necessidades da sociedade. O trabalho dos profissionais da inspeção sanitária envolve alimentos, medicamentos, cosméticos, saneantes, produtos para saúde, laboratórios, serviços de saúde das mais diversas complexidades, salões de beleza, farmácias, entre outros.

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Para a diretora da Vigilância Sanitária da Sesa, Maria Goretti Lopes, o desenvolvimento de ações em prol da saúde pública garante à população mais segurança e contribui para fortalecer as atividades desenvolvidas pela Visa.

“Esse é o primeiro encontro com representantes de empresas fabricantes de saneantes, cosméticos e dispositivos médicos e nossas equipes da Visa. Controle, validação, qualidade, todos estes temas estão na pauta. Produtores e inspetores podem dialogar e trocar experiências para buscar soluções de problemas que surgem no dia a dia”, afirmou.

VIGILÂNCIA – As ações de vigilância sanitária abrangem um conjunto de medidas que têm por finalidade eliminar, reduzir e prevenir riscos à saúde e intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente. Isso inclui ambiente do trabalho, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse à saúde. Para atender a sua finalidade, cabe à Visa as atividades de educação sanitária, regulação, fiscalização e licenciamentos de estabelecimentos de interesse à saúde.

Fonte: Governo PR

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PGE do Paraná e AGU firmam parceria para impulsionar inovação na advocacia pública

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A Procuradoria-Geral do Estado do Paraná (PGE) e a Advocacia-Geral da União (AGU) formalizaram um Protocolo de Intenções para promover a cooperação mútua no desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores. A parceria é uma ação estratégica para modernizar e otimizar a atuação da advocacia pública e visa impulsionar a transformação digital e o desenvolvimento de tecnologias jurídicas.

O acordo com a PGE do Paraná foi o primeiro deste tipo feito pelo órgão federal e contou com a articulação do Laboratório de Inovação da AGU (Labori). Está prevista uma série de ações conjuntas entre os órgãos. Inicialmente, serão realizadas reuniões técnicas para alinhar estratégias e identificar oportunidades de colaboração. Em um segundo momento, a parceria evoluirá para a realização de seminários especializados, com o objetivo de avaliar projetos específicos e formalizar instrumentos de cooperação mais robustos, como convênios e acordos.

“A integração entre AGU e PGE-PR é um marco importante para avançarmos no compartilhamento de infraestrutura na área de tecnologia.  A troca de conhecimento entre as instituições amplia a capacidade de fortalecer o ecossistema de inovação”, ressalta o procurador-geral do Estado do Paraná, Luciano Borges.

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Segundo Bruno Portela, coordenador do Labori, a parceria com a PGE-PR surgiu de uma agenda em Curitiba, onde o laboratório foi apresentado aos procuradores e gestores da Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial do Estado. A partir daí, se deu o interesse mútuo em estabelecer uma parceria.

“Nossa ideia é criar um espaço de cooperação e de troca, onde as duas instituições possam elaborar alternativas para problemas comuns da advocacia pública”, explica Portela, lembrando que desde janeiro a AGU passou a ser reconhecida como uma Instituição de Ciência e Tecnologia (ICT), o que permite ao órgão condições especiais para firmar parcerias.

“Com o ICT, a Advocacia-Geral da União ganha uma modelagem institucional que nos dá mais flexibilidade na utilização dos instrumentos do Marco Legal de Ciência e Tecnologia, o que abre um leque de oportunidades para o compartilhamento de práticas com outros órgãos”, diz.

Assim como a AGU, a PGE-PR tem histórico em inovação. O órgão tem investido em projetos internos custeados pela secretaria estadual da Inovação do Estado. Um deles refere-se à implantação de Inteligência Artificial para atividades de representação judicial e consultoria jurídica da PGE.

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INTEGRAÇÃO – Acordo da PGE-PR acontece em um momento em que a AGU, por meio do Labori, passa a desempenhar um papel fundamental na coordenação de integração técnica e científica entre instituições jurídicas. Um exemplo é o projeto Caravanas de Inovação, que começa nesta segunda-feira (07), no Ceará. A ação leva às procuradorias estaduais e municipais qualificação e metodologias de gestão. A meta para 2025 é cobrir, pelo menos, nove estados brasileiros.

A ideia é criar uma rede nacional de laboratórios de inovação da advocacia pública que tem como objetivo conectar as diversas experiências de laboratórios jurídicos do Brasil, promovendo o intercâmbio de conhecimentos e a busca por soluções conjuntas. “Essa rede vai ajudar não só a gente a encontrar soluções que garantam segurança jurídica para estados e municípios, e evidentemente para a União, mas também buscar soluções tecnológicas para nossas atividades”, afirma Portela.

Fonte: Governo PR

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