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Oito em cada dez bovinos abatidos no Brasil são consumidos pelos próprios brasileiros

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Oito em cada dez bovinos abatidos no Brasil são consumidos pelo próprio mercado interno, segundo os dados do boletim do Centro de Inteligência da Carne Bovina (CiCarne), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), divulgados na última semana.

Em 2021, foram abatidas cerca de 39 milhões, das 196 milhões de cabeças do rebanho nacional, que geraram 10 milhões de toneladas. Desse montante, os brasileiros consumiram cerca de 75% de toneladas de carne, ou seja, a população brasileira consumiu cerca de 100 mil bovinos ao dia. Do total, cada brasileiro consumiu aproximadamente 34 quilos de carne no ano. 

A partir dos dados, a narrativa de que o produto permanece no mercado interno e segue sendo preferência alimentar dos brasileiros se confirma. “Por isso, pela preferência do brasileiro e pela demanda, grande parte da carne bovina produzida no Brasil ainda permanece no mercado interno. Diante do que fica no país, o que exportamos ainda é pouco”, afirma o diretor da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Francisco Manzi.

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Fonte: AgroPlus

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Agronegócio gerou 278 mil novos empregos em 2024, diz Cepea/CNA

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O agronegócio brasileiro fechou o ano de 2024 com um total de 28,2 milhões de trabalhadores, registrando um crescimento de 1% em relação ao ano anterior.

O levantamento, realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostra que o setor continua sendo uma das principais forças da economia nacional, responsável por 26% dos empregos no país.

O crescimento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de insumos, agroindústria e serviços ligados ao agronegócio. O setor de insumos teve alta de 3,6%, puxado pela indústria de rações, que aumentou seu quadro de funcionários em 14,6%. A agroindústria cresceu 5,2%, com destaque para os segmentos de abate de animais, fabricação de alimentos e móveis de madeira, que juntos criaram mais de 139 mil novas vagas. Já os serviços especializados para o agronegócio registraram um aumento de 3,4%, refletindo a maior necessidade de suporte técnico nas operações do setor.

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Por outro lado, a pesquisa apontou uma queda de 3,7% no número de trabalhadores do setor primário, o que representa 302 mil vagas a menos. A redução foi mais expressiva na agricultura e na pecuária, afetadas por fatores como oscilações de preços, clima e avanços tecnológicos que reduziram a demanda por mão de obra.

O estudo também analisou o perfil dos trabalhadores e os salários do setor. Houve um aumento na participação de profissionais com nível de escolaridade mais alto e de mulheres no mercado de trabalho do agronegócio.

Além disso, os rendimentos dos trabalhadores cresceram 4,5% em 2024, superando o aumento médio do mercado de trabalho geral. O levantamento indica que essa valorização da mão de obra reflete a busca por mais eficiência e inovação dentro das cadeias produtivas do campo.

Fonte: Pensar Agro

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