6 de Abril de 2025
    NOVA AURORA

    AGRONEGÓCIO

    Energia Solar no agro: uma parceria que vai além da economia

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    Apesar do segmento rural ser o terceiro com maior número de conexões e potência instalada, apenas 13% da energia solar gerada no Brasil é direcionada às áreas rurais, segundo a ABSOLAR (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica). Com a amplitude do território brasileiro, muitas fazendas e propriedades rurais ainda não possuem acesso à rede elétrica. E as que possuem gastam valores exorbitantes com a conta de luz, já que os processos de produção exigem muita energia.

    Outro ponto a se considerar é que a energia solar no agronegócio é capaz de contribuir para a diminuição dos gases do efeito estufa. Ter isso em vista pode ser um grande argumento de venda, pois o agronegócio também deve estar comprometido com a Agenda ESG. Portanto, são diversos benefícios: menos recorrência às fontes não renováveis, menos gases poluentes e até mesmo a redução no custo dos alimentos produzidos. O produtor, o planeta e a população saem ganhando.

    Não há lugar melhor para captar a luz do sol do que o campo. Nesse contexto, é possível instalar tanto sistemas on grid quanto off grid, dependendo do quão fácil é para a propriedade acessar a rede de distribuição. Se o acesso à rede for possível, o sistema on grid será ótimo para entregar a energia excedente à concessionária e, assim, fazer a compensação de energia.

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    Já para as propriedades mais isoladas, a escolha ideal é o sistema off grid. Com ele, o cliente terá a autonomia necessária para armazenar a energia excedente em baterias para usá-la durante a noite ou em dias nublados. Também vale a pena considerar um sistema off grid para estruturas específicas da propriedade, como os refrigeradores de laticínios, ainda que a instalação seja focada em on grid. Isso ajudará a garantir o abastecimento em qualquer circunstância.

    Com o sistema ideal instalado, o produtor contará com muito mais conforto e economia em diversas atividades. Veja alguns exemplos:

    • Irrigação
    • Refrigeração
    • Agricultura de precisão
    • Incentivos fiscais para o agro
    • Geração compartilhada

    O mercado de energia solar tem um enorme potencial de expansão no setor agropecuário, trazendo diversos benefícios econômicos, ambientais e sociais.

    Afinal, a adoção da energia solar nesse setor pode trazer novas oportunidades de trabalho e renda para as comunidades rurais, ajudando a reduzir as desigualdades sociais e promovendo o desenvolvimento sustentável como um todo.

    Venha fazer seu orçamento com a Bionova pelo telefone 45 9 9965-0342.

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    Da Assessoria

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    AGRONEGÓCIO

    Melhoramento genético revoluciona a cafeicultura e torna mais produtiva

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    A cafeicultura mineira tem experimentado avanços significativos graças às pesquisas em melhoramento genético conduzidas pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), em colaboração com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e universidades.

    Esses estudos resultaram no desenvolvimento de cultivares adaptadas aos diversos sistemas de produção do estado, promovendo aumentos expressivos na produtividade e aprimorando a qualidade sensorial dos cafés. Na década de 1980 a média que era de sete sacas por hectare, agora atinge 25 até 30 sacas por hectare.

    Desde a década de 1970, a Epamig coordena o Programa de Melhoramento Genético do Cafeeiro, que já registrou 21 cultivares com características superiores. Essas cultivares são, em sua maioria, resistentes à ferrugem, principal doença que afeta o cafeeiro, e apresentam atributos como alta produtividade, qualidade sensorial da bebida, resistência a nematoides, adequação à mecanização e adaptação a diferentes condições climáticas e de solo.

    Um dos pilares desse programa é o Banco Ativo de Germoplasma de Café, localizado no Campo Experimental de Patrocínio. Este banco é fundamental para a conservação e caracterização dos recursos genéticos do cafeeiro, servindo como base para o desenvolvimento de novas cultivares que atendam às demandas do setor produtivo.

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    Entre as cultivares desenvolvidas, destaca-se a MGS Paraíso 2, lançada em 2012. Resultado do cruzamento entre Catuaí Amarelo IAC 30 e Híbrido de Timor UFV 445-46, essa variedade apresenta porte baixo, frutos amarelos, resistência à ferrugem, maturação intermediária e excelente adaptação tanto a sistemas de cultivo irrigado quanto de sequeiro. Além disso, facilita a colheita mecanizada e possui elevado potencial para a produção de cafés especiais.

    A transferência dessas tecnologias para o campo é facilitada por projetos de avaliação de desempenho em propriedades comerciais. Essas iniciativas permitem que os cafeicultores conheçam as novas cultivares e observem seu desempenho em condições reais de cultivo, promovendo a adoção de tecnologias que resultam em sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

    De acordo com o pesquisador em cafeicultura da Epamig, Gladyston Carvalho, as pesquisas buscam gerar conhecimento para o cafeicultor e oferecer, por meio da genética do café, aumento de produtividade e transformação no sistema produtivo. “São 587 municípios cultivando café, somos o estado maior produtor de café do Brasil, detemos média de 50% da área cafeeira e 40% da produção nacional. São muitos produtores que dependem da cultura e da pesquisa agropecuária”, explica.

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    Fonte: Pensar Agro

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