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Vencedores do XII Prêmio Gestor Público Paraná serão revelados na Assembleia

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A Assembleia Legislativa do Paraná recebe no dia 11 de outubro, a partir das 18 horas, os vencedores do XII Prêmio Gestor Público Paraná. A cerimônia de premiação ocorre no Plenário Deputado Waldemar Daros. As etapas de avaliação desta edição já foram concluídas. Das 186 iniciativas homologadas, inscritas por 62 municípios, 38 projetos foram selecionados. O evento é uma proposição do Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita do Estado do Paraná (Sindafep), com colaboração da Assembleia Legislativa e do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR).

O tema escolhido para a edição de 2024 é “Educação fiscal e cidadania: Saber é Poder, Agir é Transformar!”, com o objetivo de estabelecer uma nova consciência sobre o papel de cada indivíduo em relação à coletividade. A premiação foi criada em 2013 para estimular o desenvolvimento local e às metodologias de planejamento, controle e execução de projetos municipais.

Nesta edição, a organização busca iniciativas que levem os cidadãos a adquirir uma nova consciência e uma maior responsabilidade social, como contribuintes, usuários dos serviços públicos e fiscalizadores de sua oferta, custo e qualidade. A Assembleia Legislativa participa da organização e compõe a Comissão Julgadora na avaliação dos projetos vencedores.

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A premiação é organizada Sindafep com a participação da Assembleia, do TCE-PR, e com patrocínio da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). Deputados, prefeitos, secretários municipais e lideranças locais participam da cerimônia.

Fonte: ALPR PR

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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