NOVA AURORA

POLÍTICA PR

Segundo dia da Semana do Idoso na Assembleia inicia com o Curso Básico de Uso do Celular para população 60+

Publicado em

Na programação da Semana do Idoso na Assembleia, o Conselho de Ações Solidárias e Voluntariado em conjunto com o Governo do Estado através da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (CELEPAR) iniciou o Curso Básico de Celulares para Idosos com o objetivo de reduzir as dificuldades no uso da tecnologia, ampliar o conhecimento sobre as redes sociais e oferecer maior segurança no ambiente virtual.

O primeiro dia do curso iniciou com a saudação da Mesa Diretora da Assembleia e do presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. A presidente do Conselho de Ações Solidárias e Voluntariado da Assembleia, Rose Traiano, em sua saudação, disse que a tarde será “cheia de informações com todos nós empenhados numa única finalidade, ajudá-los a enfrentar as dificuldades que o aparelho de celular, que faz tanta diferença na nossa vida, e o propósito é de incluí-los na sociedade moderna”.

O assessor da Celepar e um dos instrutores do curso, Pastor Edson Praczyk, explicou a diferença entre os workshops anteriores e o curso básico de celular para idosos que iniciou hoje. “O curso de hoje é basicamente o workshop ampliado, as aulas que foram ministradas até então, elas são muito práticas. E o material didático era relativamente pequeno, se comparado ao curso básico de smartphone que leva três dias. O workshop que nós ministramos até então durava apenas três horas. Já nesses três dias do curso básico, nós apresentaremos a tecnologia em quatro módulos diferentes. Iniciando pelas configurações físicas do aparelho e do equipamento, que existem teclas físicas para que elas servem com a utilidade das mesmas. O equipamento de um modo geral, inclusive desmistificando aquela ideia de que ele seja frágil e o idoso estragá-lo. Aí nós ensinamos a importância da internet, os recursos de navegação, como a pessoa pode fazer pesquisas das mais variadas. Aí falamos sobre a internet propriamente dita, a segurança que as pessoas devem adotar para não se tornarem presas fáceis e finalizamos com as redes sociais dando sempre aquela ênfase a utilização dos meios de comunicação instantâneos como o WhatsApp”.

Leia Também:  Programa Paraná Amigo da Pessoa Idosa segue para sanção

Para a coordenadora de sustentabilidade social da Celepar, Luciana Aparecida Antunes Becker, o público alvo deste curso é de “uma geração que enfrentou muitas transformações na tecnologia. Em geral a tecnologia é um bem, mas de igual medida traz outros dissabores. Então este curso vem para desmistificar, tirar o medo desses usuários idosos, trazer novas informações, benefícios que a tecnologia oferece e mais que isso, prover relacionamentos para eles”.

A aposentada Marli Gonçalves, disse que conheceu o curso através da sua filha e veio para aprender. “Sinto dificuldades em enviar e-mails, tenho que pedir isso para minha filha. No mundo em que vivemos é tudo pelo celular. Praticamente, eu não sei nada e vim aqui nesse curso para aprender”.

O aposentado Roberto Minol Abi disse que a “minha dificuldade é trabalhar com celulares, com aplicativos. Eu tenho muita dificuldade com isso. Baixar, conseguir baixar, manusear ali, entrar nas redes sociais, enfim, trabalhar com o próprio banco, essas coisas. Principalmente agora que tem muitas fraudes, muitas fake news, essas coisas todas, eu fico com muito receio de ser lesado, essas coisas todas”.

Leia Também:  Paranaenses já enviam sugestões para o orçamento do Paraná de 2025

O Curso Básico sobre Celulares para Idosos segue nesta quinta-feira (03) e sexta-feira (04) no Plenarinho da Assembleia Legislativa com os módulos complementares sempre acompanhados de colaboradores da Celepar e da Assembleia treinados para esse processo educacional e formador. Ou seja, alguém que auxilia o idoso a entrar nos equipamentos e nos aplicativos, de forma segura e eficiente. Os tutores permanece junto durante toda a duração do curso.

Fonte: ALPR PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA PR

Propostas em tramitação na Assembleia visam melhorar o ambiente escolar para estudantes com autismo

Published

on

By

Duas propostas que tramitam na Assembleia Legislativa do Paraná buscam visa promover um ambiente acolhedor e inclusivo para alunos com autismo. As proposições apresentadas na Casa pela deputada Flávia Francischini (União) e pelo deputado Jairo Tamura (PL) têm como objetivo substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas escolas paranaenses.

Apresentado pela deputada Flávia, o projeto de lei 87/2023 prevê que as medidas atinjam, além das escolas públicas, também os estabelecimentos particulares. “É uma medida que visa resguardar o bem-estar de crianças com autismo no ambiente escolar evitando incômodos sensoriais e reduzindo o risco de pânico. O sinal sonoro produz um alto ruído, muito similar ao som de uma sirene, o que pode gerar grande perturbação aos alunos que possuem hipersensibilidade auditiva. Essa condição é comum nos portadores de autismo, motivo pelo qual não é raro vermos crianças tapando os ouvidos quando expostas a barulhos intensos”, comentou a deputada.

Ela explica que o sinal musical também cumpre a função de alarme para indicar as horas de entrada, saída e os intervalos das aulas, mas, que em vez de usarem a sirene, eles podem usar músicas instrumentais, canções infantis e demais ritmos, a depender da escolha das equipes gestoras e da comunidade escolar. O texto também estipula multa no valor de 200 (duzentas) a 500 (quinhentas) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Paraná – UPF/PR, a ser graduada de acordo com a gravidade da infração, o porte econômico do infrator, a conduta e o resultado produzido.

Leia Também:  Programa Paraná Amigo da Pessoa Idosa segue para sanção

Já o projeto de lei 176/2025, apresentado pelo deputado Jairo Tamura, prevê substituir sinais sonoros por sinais musicais e disponibilizar tampões auriculares para as escolas da rede pública estadual. “A medida pode melhorar o desempenho escolar e o bem-estar dos alunos, permitindo que se concentrem nas atividades pedagógicas e interajam socialmente de forma mais eficaz”, afirmou o deputado.

Números

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, indica que cerca de 1 em cada 44 crianças com até 8 anos é diagnosticada com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Abrangendo cerca de 1% a 2% da população mundial. No Brasil, há aproximadamente dois milhões de pessoas com autismo.

Dados do Censo da Educação Básica indicam que houve um crescimento no número de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados em salas de aula regulares no Brasil. No Paraná, segundo estes dados, esse aumento foi de 53,3% nas matrículas, o que elevou o total de alunos com autismo de 18.895 para 28.927. Além disso, alunos com autismo frequentemente apresentam hipersensibilidade sensorial, o que significa que são mais sensíveis a estímulos como sons, luzes e texturas. “Sons altos e repentinos, como os sinais sonoros tradicionais, podem causar desconforto, estresse e ansiedade, prejudicando o desempenho escolar e bem-estar destes alunos”, comentou o deputado Tamura.

Leia Também:  Projeto que cria o "Novembrinho Azul" para prevenção e cuidados da saúde dos adolescentes avança na CCJ

De acordo com a justificativa da proposta, a maioria das pessoas é capaz de suportar barulhos de até 120 decibéis. Já o limite de quem é hipersensível aos ruídos é de 90 decibéis. Através do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-III), o percentual foi de 53% e de 90% com alteração de sensibilidade para a modalidade auditiva, utilizando o Structured Interview for Assessing Perceptual Anomalies – ChildVersion (SIAPA-CV).

Os sinais sonoros das instituições de ensino públicas e privadas, também conhecidos como sirene ou cigarra eletrônica, podem gerar incômodos sensoriais às pessoas com TEA, devido a sua alta potência e intensidade, que podem ultrapassar facilmente os 110 decibéis. “A substituição de sinais sonoros por sinais musicais adequados e a disponibilização de tampões auriculares podem reduzir o desconforto e o estresse de alunos com TEA, criando um ambiente escolar mais acolhedor e inclusivo”, explicou Tamura. De acordo com o projeto, os tampões deverão ser disponibilizados pela Secretária Estadual de Educação.

Fonte: ALPR PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA