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Proposta sobre prevenção e gestão de riscos de desastres climáticos é aprovada na Comissão de Constituição e Justiça

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Nesta semana, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa aprovou o projeto de lei nº 602/23 de autoria do deputado Ney Leprevost voltado a Prevenção e Gestão de Riscos de Desastres Climáticos.

De acordo com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o Brasil tem cerca de 14 mil pontos de alto risco de desastres naturais e desabamentos já mapeados pela Defesa Civil e 4 milhões de pessoas morando em áreas de alto risco.

No Paraná, segundo o Centro de Monitoramento de Desastres Naturais (Cemaden), dos 399 municípios, pelo menos 37 têm áreas sob risco de desastres ambientais, como deslizamentos, enchentes e alagamentos.

De acordo com o projeto apresentado por Leprevost, o Poder Público deverá promover ações voltadas à gestão de riscos por parte do poder público e a conscientização da sociedade paranaense em relação a prevenção de desastres ambientais.

Entre as ações, está a Campanha Estadual de Conscientização sobre a Prevenção de Desastres Ambientais; com realização de palestras, seminários, debates, simulações, avanços, conquistas e boas práticas relacionadas à prevenção de riscos.

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E ainda, a difusão de orientações comunitárias voltadas à prevenção do Risco de Desastres em todas as suas modalidades, além de projetos educativos da Defesa Civil nas Escolas.

“A criação da Campanha Estadual de Conscientização sobre a Prevenção e Gestão de Desastres Climáticos será de suma importância para estimular a discussão sobre o tema no ambiente familiar, promover noções básicas de primeiros socorros à população, incentivar a formação de uma cultura de prevenção de risco, e principalmente esclarecer aos moradores de áreas de risco sobre as ações proativas de mitigação de vulnerabilidades”, disse Ney.

Fonte: ALPR PR

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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