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Paraná colhe resultados da gestão de Ney Leprevost: Agências do Trabalhador são escolhidas para investimentos franceses

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Graças a um trabalho iniciado na gestão de Ney Leprevost como secretário de Justiça, Família e Trabalho do Paraná, durante o 1º governo de Carlos Massa Ratinho Júnior e aos excelentes resultados apresentados pelo Paraná na geração de empregos nos últimos anos, a Agência Francesa de Desenvolvimento, assegurou, inicialmente, R$ 7 milhões em investimentos na tecnologia do sistema de atendimento aos trabalhadores paranaenses.

O processo de seleção englobou toda rede Sine brasileira e os resultados apresentados pela rede SINE estadual nos últimos anos fizeram com que o Paraná se destacasse no processo de seleção. O Estado conta com 216 agências e 183 postos avançados de atendimento, criados na gestação do então secretário do Trabalho, Ney Leprevost.

“Durante nossa gestão colocamos o Paraná em 1º lugar do Brasil na geração de empregos através das Agências do Trabalhador. Agradeço as empresas do nosso estado e ao governador Ratinho Junior por terem me dado as condições de realizar o melhor de todos os programas sociais: que é emprego para o trabalhador, com carteira assinada”, disse Ney.

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A Agência Francesa de Desenvolvimento escolheu o Estado para implantação do projeto piloto que será voltado ao fortalecimento da política pública de intermediação de mão de obra.

Foto: Inauguração de um Posto Avançado da Agência do Trabalhador em Quatro Barras.

(Via assessoria de imprensa)

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Deputados propõem uso da IA para enfrentar emergências climáticas no Paraná

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Com chuvas cada vez mais intensas e longos períodos de seca, a emergência climática é uma realidade cada vez mais presente nas vidas dos moradores do Paraná. Para lidar com este cenário, os deputados estaduais Maria Victoria (PP) e Requião Filho (PT) conceberam um projeto para aliar o uso da Inteligência Artificial (IA) ao enfrentamento dos eventos climáticos extremos.

O PL 175/2025, apresentado nesta segunda-feira (31), permite que o Governo do Paraná firme parcerias com entidades públicas e privadas para operar a Inteligência Artificial. Junto a órgãos científicos, o Executivo deverá alimentar a ferramenta com informações atualizadas. “As medidas vão desde a comunicação imediata com demais entes federativos até a elaboração de planos de prevenção, mitigação e, quando necessário, evacuação da população”, exemplifica a deputada Maria Victoria, na justificativa do texto.

“A IA permitirá a análise contínua e em tempo real de grandes volumes de dados climáticos, identificando padrões. Isso deve auxiliar a Defesa Civil na resposta rápida e coordenada a desastres climáticos, permitindo medidas preventivas, principalmente”, ilustra Requião.

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O apoio da IA deve auxiliar ainda no aprimoramento de sistemas de controle das emissões de gases do efeito estufa das cadeias produtivas, na criação de sistemas de adaptação e mitigação às mudanças climáticas e o aprimoramento das estações climáticas e hidrológicas, tal como a instituição de um sistema de vigilância em saúde associado às doenças climáticas e à poluição atmosférica, detalha o texto.

O projeto cita ainda benefícios como o cumprimento de acordos internacionais e fortalecimento da imagem do país no cenário internacional, otimização da eficiência energética, elevação da produção agrícola e auxílio na elaboração de políticas de sustentabilidade.

A proposta ainda deve tramitar pelas comissões da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

Legislação e debate

O projeto chega na Alep em um momento no qual a IA é amplamente discutida pelo Poder Público. No último mês, duas propostas que definem os usos da IA na Administração Pública foram aprovadas na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa. Em outubro, o Executivo realizou o evento “Potencial da Inteligência Artificial no Serviço Público” para incentivar soluções com IA. “Inteligência Artificial e Mudança do Clima”, organizado pelo governo federal em janeiro, discutiu como a IA pode acelerar as ações climáticas.

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“O Paraná precisa ser um Estado atento, que integra conhecimento científico e políticas públicas. Entendo que a IA deve ser utilizada como uma ferramenta para a tomada de decisões rápidas, técnicas e baseada em dados”, concluiu Requião.

Fonte: ALPR PR

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