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Luiz Fernando Guerra pede providências emergenciais para trevo de Palmas e restauro de monumento de Poty Lazzaroto

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O Deputado Estadual Luiz Fernando Guerra (União), protocolou na última semana, o pedido de providências emergenciais para obras de revitalização no trevo que dá acesso à Palmas, também conhecido como Trevo da CODAPAR – Viaduto Bento Munhoz da Rocha Neto (km 129 da PRC-280). O deputado recebeu uma série de pedidos da população com relação aos problemas e buracos que a região apresenta, e recentemente esteve no local conferindo a demanda.

“O Trevo da Codapar é um dos principais acessos à Palmas e merece atenção para garantir a segurança dos motoristas. A revitalização da PRC-280, entre Palmas e o Trevo Novo Horizonte, na BR 153, foi entregue há poucos dias e é uma grande conquista para nossa população, afinal, estamos tratando do maior corredor logístico da região sudoeste do Paraná. Agora precisamos, também, cuidar do entorno, garantindo infraestrutura adequada e de qualidade para a população”, destaca Luiz Fernando Guerra.

Na redação do pedido emergencial que é direcionado ao Secretário de Estado da Infraestrutura e Logística (SEIL), e ao Diretor-Geral do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), Guerra destacou a recente entrega oficial das obras de recuperação da Rodovia que foram executadas com pavimento rígido de concreto e tornou-se modelo e inspiração para o país.

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Vale ressaltar que a Rodovia PRC-280 passou a ter um aumento considerável de fluxo de caminhões, além de passar a contar com as terceiras faixas, o que reforça ainda mais a urgência da intervenção no Trevo da Codapar, levando em consideração a situação calamitosa provocada pelos buracos no trecho que dá acesso à sede urbana de Palmas. Na solicitação, o deputado sugeriu que a obra seja executada com o mesmo material de concreto rígido que foi utilizado nas pistas da PRC-280, mantendo assim o padrão de qualidade e segurança.

Obra de Poty Lazzarotto

No mesmo local, existe ainda um monumento do paranaense Poty Lazzarotto, que é tombado pelo Patrimônio Histórico Estadual, e foi um presente à cidade de Palmas e à região Sudoeste, efetivado pelo DER/PR por ocasião da inauguração da PRC-280, em abril de 1978.

De acordo com a solicitação do parlamentar, o monumento rodoviário Curitiba – Palmas, apresenta necessidade urgente de restauro e manutenção, além da responsabilização patrimonial pela obra artística.      PRC-280,DER/PR,carrossel,

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Imagens: João Zezo

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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