NOVA AURORA

POLÍTICA PR

Jorge Rieger é reeleito presidente da Acamop

Publicado em

A chapa “Acamop Forte e Participativa” foi eleita para assumir os trabalhos, frente Acamop (Associação das Câmaras e Vereadores do oeste do Paraná).

A votação aconteceu Edifício Comercial Felipe Adura, onde é a sede da instituição, na manhã deste sábado (25), e teve a participação de 205 votantes. Ao todo, poderiam ter comparecido 303 vereadores.

A chapa 01 a “Acamop Forte e Participativa” recebeu 135 votos, já a chapa 2 “Juntos Somos Mais Fortes” 70.

Com o resultado, o vereador Jorge Rieger foi reeleito presidente. Com ele também vão atuar a primeira vice-presidente é a vereadora Franciane Michelleto, de Assis Chateaubriand, segundo vice-presidente Douglas Souza, de Lindoeste, primeiro tesoureiro, Edson Souza, de Cascavel, segunda tesoureira Professora Solange, de Quatro Pontes, primeito secretário, Marquinhos Murbak, de São Miguel do Iguaçu, e segundo secretário, Eli Stefanelo, de Corbélia.

Jorge Rieger falou sobre as frentes levantadas pela associação, entre elas estão a situação viária, BR 277 e também a área da Saúde.

Vereador, Edson Souza, ressaltou sobre os trabalhos desde que eles estão a frente as bandeiras regionais, como BR 163, cirurgias eletivas estarão em discursão.

Leia Também:  Ponte sobre o Rio Negro entre São Mateus do Sul e Três Barras (SC) está com bloqueio total

No total, 28 câmaras estão filiadas a Acamop e três em processo de filiação.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA PR

Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

Published

on

By

Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

Leia Também:  Nicolas Gabriel é 1º lugar na segunda etapa do campeonato paranaense de motocross

“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

Leia Também:  Assembleia Legislativa define presidentes e membros das comissões permanentes para o biênio 2025-2027

“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA