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Deputados retomam sessões plenárias na Assembleia após obra e eleições

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Os deputados estaduais retomaram as sessões plenárias na Assembleia Legislativa do Paraná. A repercussão das eleições municipais em todo o Brasil para a escolha de prefeitos e vereadores foi a tônica dos discursos nesta segunda-feira (7). As atividades no Plenário Waldemar Daros foram reabertas após uma reforma geral para recuperação de toda a parte elétrica do espaço.

“Agora tudo está arrumado e a casa está retomando com intensidade depois da eleição, que é um marco da democracia”, declarou o presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSD), durante a coletiva de imprensa.

Ele avaliou o pleito como tranquilo. “Não tivemos nenhum problema no curso da campanha eleitoral, a não ser pequenas divergências em cidades menores. Para o Poder Legislativo, agora resta aos seus deputados contabilizarem onde ganhou e onde perdeu”, acrescentou.

Ordem do Dia

Na votação, os parlamentares aprovaram iniciativas para beneficiar, com a concessão do título de utilidade pública, entidades com atuação nas áreas da sustentabilidade, assistencialismo e cultura,

O projeto de lei 919/2024, do deputado Goura (PDT), concede o título ao Observatório Criativo, de Curitiba. A história do Observatório Criativo começa em 1994, quando foi fundado em São Paulo. Em 2007, a entidade foi transferida para Curitiba e passou por uma transformação significativa, sendo renomeada como “Associação para o Desenvolvimento da Auto-Sustentabilidade Cooperativa”, passando a atuar de forma inovadora.

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O objetivo, de acordo com o texto, é promover a recuperação, proteção e conservação do meio ambiente, tanto no meio urbano quanto no meio rural. Além disso, a entidade estabeleceu a meta de erradicar aterros sanitários e lixões a céu aberto, contribuindo para um ambiente mais limpo e saudável.

Levar amor e alegria para crianças e adolescentes de 6 a 15 anos em situação de vulnerabilidade social, bem como a suas famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade social/econômica é o propósito da Associação Projeto Estrela Mãe, de Paiçandu, beneficiada pelo projeto de lei 500/2024, do deputado Evandro Araújo (PSD).

A associação oferece oficinas de diversas atividades formativas às crianças e adolescentes, onde, segundo a justificativa do projeto, recebem atenção especial que vai além da formação didática e cultural. Há, também, acompanhamento psicossocial observando as condições que afetam a vida e o bem-estar dos atendidos. “Por meio de suas atividades, a associação cria novas expectativas, potencializando as dimensões afetivas, cognitivas, social e espiritual, promovendo assim a melhoria na qualidade de vida”, acrescenta o projeto.

Para completar, a deputada Luciana Rafagnin (PT), é autora do projeto de lei 517/2024, que concede o título à Associação Tropeiros Raízes do Sul, de Itapejara D’Oeste. O objetivo da entidade é realizar e participar de tropeadas e encontros culturais, reunindo associados dedicados à preservação e divulgação da cultura tropeira na região.

“A Associação busca manter viva a tradição tropeira no Estado, além de enaltecer e preservar a cultura do povo gaúcho, reconhecendo a importância do tropeirismo com diversos encontros e atividades no município de Itapejara D’Oeste”, justifica a parlamentar.

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A associação é responsável pela organização da Festa do Boi no Rolete, evento que acontece anualmente na segunda quinzena de setembro no município e, em 2024, chegou a 5ª edição.

Já o projeto 384/2024, do deputado Gugu Bueno (PSD), foi retirado de pauta. A iniciativa concede o título de utilidade pública à LHPR/Paraná Handebol, de Toledo

Relatório SEFA

Nesta terça-feira (8), às 14h30, o secretário Norbert Ortigara fará a prestação de contas da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFA), referente ao 2º quadrimestre de 2024 do Governo do Estado.

Durante a audiência pública serão detalhadas as receitas, despesas, resultados, dívidas e limites sobre a contabilidade do Estado. Também haverá oportunidade para questionamentos dos deputados.

A apresentação é prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LC nº 101/2000), que exige a demonstração e avaliação periódica do cumprimento de metas fiscais.

O evento terá transmissão ao vivo pela TV Assembleia, por meio do canal 10.2, em TV aberta, e no canal 16, da Claro/NET. O conteúdo também pode ser acessado pelo canal do Youtube do Legislativo.

Fonte: ALPR PR

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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