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Deputado Cobra Repórter (PSD) participa do Encontro de Novos Gestores e reforça importância de projetos para captação de recursos

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Na manhã desta sexta-feira (8), o deputado estadual Cobra Repórter (PSD) marcou presença no Encontro de Novos Gestores, em Londrina, promovido pela Associação dos Municípios do Paraná (AMP), que reuniu lideranças em mandato e recém-eleitas de diversas cidades das regiões Norte e Vale do Ivaí. Durante o evento, o deputado destacou a importância de os gestores municipais elaborarem projetos sólidos e estratégicos, uma vez que há recursos disponíveis no Estado para apoiar iniciativas que beneficiem diretamente a população.

“É fundamental que os novos gestores estejam bem preparados e alinhados com as demandas de suas comunidades. Hoje, mais do que nunca, é possível conquistar apoio financeiro para diversas áreas, desde infraestrutura até educação e saúde. Nosso objetivo é garantir que cada cidade do Paraná tenha acesso a esses recursos, trazendo desenvolvimento e qualidade de vida para os paranaenses”, ressaltou Cobra Repórter.

O deputado também se colocou à disposição para apoiar os prefeitos e gestores em suas demandas, oferecendo orientação para a elaboração e apresentação dos projetos junto ao governo estadual.

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Este é o primeiro de uma série de encontros a serem realizados pela AMP. Participaram os prefeitos da AMEPAR, AMUVI, AMUNOP E AMUNORPI. O próximo será no dia 13/11 em Curitiba e reúne os gestores das Associações: ASSOMEC, AMCG, AMCESPAR, AMSULPAR, AMLIPA e AMSULEP.

Fonte: ALPR PR

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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