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Deputada destaca criação do Fórum Paranaense de Economia Circular

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O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), assinou nesta semana a criação do Fórum Paranaense de Economia Circular (Fopec) para auxiliar o setor produtivo na transição para um sistema de produção e de consumo que reutilize, reaproveite repare, recondicione e recicle materiais e produtos.

A deputada Maria Victoria (PP) é autora da lei (21.619/2023) que estabeleceu a política de incentivos à Economia Circular no Paraná e solicitou por requerimento a criação do Fórum.

Segundo ela, o Paraná é pioneiro na elaboração de legislação específica sobre o tema. “É mais um passo concreto nesse grande desafio que é a transição da economia linear, onde o descarte é o destino do produto após o consumo para a economia circular, onde os resíduos são reaproveitados em outros processos”.

Segundo a deputada o Fórum funcionária como um espaço democrático unindo órgãos públicos e privados para avançar no debate e promoção de ações que reduzam o desperdício de recursos, promovam a reutilização, reciclagem e reaproveitamento de materiais que hoje são descartados. “Nosso objetivo final é o desenvolvimento e consolidação de cadeias produtivas mais sustentáveis em todos os setores”, pontua a Maria Victoria.

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Organização

O órgão será presidido pelo Secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Everton Souza. Entre os objetivos do Fórum estão propor iniciativas e políticas públicas, conscientizar à sociedade, integrar as instituições, firmar parcerias com instituições de pesquisa, melhorar a gestão de resíduos e incentivar que os produtos sejam mais duráveis, reutilizáveis, atualizáveis e reparáveis.

Também haverá cinco câmaras técnicas para debater iniciativas de Logística Reversa, Cooperativas de Reciclagem e Capacitação, Inovação, Tecnologia e Pesquisa, Empreendedorismo e Atração de Investimentos e Arranjos Regionais e Gestão Municipal.

Pelo decreto o Fórum é formado por representantes de diversas Secretarias e Órgãos do estado, Associação dos Municípios do Paraná, Associação Comercial do Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná, Federação da Agricultura do Estado do Paraná, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná, Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná, SEBRAE, OCEPAR, SANEPAR entre outras entidades.

Fonte: ALPR PR

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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