NOVA AURORA

FAZENDA

CPF na nota? Número de paranaenses que aderiram ao programa cresce 13,2% em outubro

Publicado em

Índice refere-se à comparação entre outubro deste ano e o mesmo período de 2021. Além de combater a sonegação fiscal, quem pede CPF na nota recebe parte do ICMS arrecadado e concorre aos sorteios mensais.

 

O registro de CPF nas notas fiscais emitidas em estabelecimentos paranaenses cresceu 13,2% em outubro deste ano em comparação com o mesmo período de 2021. Esse aumento demonstra o exercício da cidadania fiscal e o combate à sonegação por parte dos consumidores, segundo o levantamento do Programa Nota Paraná, vinculado à Secretaria da Fazenda do Paraná.

Em outubro de 2021, 7,14 milhões de pessoas incluíram o CPF em um total de 50 milhões de documentos fiscais emitidos. No mesmo período de 2022, 8,09 milhões de consumidores colocaram o CPF em cerca de 59 milhões de notas fiscais emitidas.

A inclusão da identificação no documento fiscal também garante a devolução de parte do ICMS arrecado nas compras feitas nos comércios varejista e atacadista, além de possibilitar aos consumidores concorrer a prêmios distribuídos em sorteios mensais do Nota Paraná. As duas principais premiações são de R$ 200 mil e R$ 1 milhão.

Leia Também:  Paraná tem a melhor classificação do Brasil em potencialidade agrícola, segundo estudo do IBGE

“O Nota Paraná foi criado para motivar as pessoas a pedirem a nota fiscal e tem sido um sucesso porque as pessoas têm solicitado CPF. Fazem os cadastros, recebem créditos e concorrem aos sorteios mensais”, disse Marta Gambini, coordenadora do programa.

SALDO DISPONÍVEL – De acordo com dados da Fazenda Estadual, R$ 165,4 milhões em créditos estão disponíveis para transferências aos consumidores cadastrados no programa Nota Paraná.

Um total de 13,3 milhões de consumidores têm até R$ 5 para transferência imediata; 3,46 milhões de pessoas possuem entre R$ 5 e R$ 25; outras 1,2 milhão, entre R$ 25 e R$ 200; 75 mil contribuintes entre R$ 200 e R$ 2 mil; e 1,2 mil cadastrados tem valores de até R$ 20 mil para transferência.

Para movimentar os valores é só acessar a página do Nota Paraná, fazer o login com CPF e senha, clicar na aba “Minha Conta Corrente” e selecionar “Transferir crédito para Conta Bancária”.

Leia Também:  Dia "D" da Campanha Nacional de Saúde Bucal, é realizado em Tupãssi

Para se cadastrar no Nota Paraná basta acessar o site www.notaparana.pr.gov.br, clicar na opção “cadastre-se” e preencher os dados pessoais, como CPF, data de nascimento, nome completo, CEP e endereço para criação da senha pessoal.

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

POLÍTICA PR

Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

Published

on

By

Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

Leia Também:  HIPOCRISIA QUE IRRADIA 

“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

Leia Também:  Simepar prevê primavera quente e com chuva abaixo da média histórica no Paraná

“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA