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Batatinha fala sobre expectativa e metas de trabalho para 2024 na Assembleia Legislativa

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Parlamento retoma as atividades no dia 5 de fevereiro. Conforme previsto na Constituição do Estado, a sessão inaugural é marcada pelo recebimento e apresentação da mensagem do Poder Executivo.

Deputados e deputadas estaduais retornam às atividades plenárias na segunda-feira, 5 de fevereiro, na Assembleia Legislativa do Paraná, após o recesso parlamentar. Conforme previsto na Constituição do Estado, a sessão inaugural de cada ano legislativo é marcada pelo recebimento e apresentação da mensagem do Poder Executivo, com conteúdo que trata da situação do Estado e aponta medidas de interesse do governo.
O deputado Batatinha (MDB), expressou seu entusiasmo com o início do exercício legislativo de 2024. Ele reiterou seu compromisso em trabalhar para representar os interesses da população que o elegeu. “Estamos retornando à Assembleia Legislativa com uma agenda repleta de desafios e responsabilidades. Vamos continuar com o nosso trabalho municipalista, com transparência e humildade. A confiança dos cidadãos é fundamental para o bom funcionamento da democracia, estamos sempre ouvindo, atendendo e representando os anseios da nossa gente”, afirmou Batatinha.

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A reabertura dos trabalhos, no dia 5, será às 14h30 e a primeira reunião ordinária do ano ainda não contará com a Ordem do Dia, ou seja, com a votação de projetos de lei, o que deve ocorrer no dia 6.
Com o fim da pausa regimental, o parlamento também reabre a agenda das reuniões das comissões permanentes e temáticas, sessões solenes e audiências públicas.

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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